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Marcia Xavier +

"Avalanche" (cód. 10738)

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  • Escultura
  • Data 2022
  • Técnica madeira, vidro, areia e turmalina negra
  • Dimensões (A x L x P) 30 x 38 x 24 cm
  • Edição 15 + 2PA

DISPONÍVEL PARA ENVIO EM ATÉ 20 DIAS ÚTEIS

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"AVALANCHE
SUBSTANTIVO FEMININO
TEMP(L)O DE AREIA
AMPULHETA PLANA
ÁGUA AREIA E TURMALINA NEGRA
DESLIZAM 
ABRINDO O CAMINHO
NUM MOVIMENTO INFINITO
ONDE CADA PAISAGEM QUE SE FORMA 
É ÚNICA "

Márcia Xavier

 

A edição "Avalanche", desenvolvida com exclusividade para a Carbono Galeria, consiste em um dispositivo de vidro com areia e pó de turmalina negra em seu interior. Quando acionada, a edição cria e recria paisagens efêmeras que se relacionam com a pesquisa da artista.

A edição vem acompanhada por um certificado de autenticidade numerado e assinado pela artista.

Mais obras deste artista

Marcia Xavier

Belo Horizonte (MG),1967 | Vive e trabalha em São Paulo (SP), Brasil.

A artista plástica parte da fotografia para criar trabalhos nos quais estão presentes investigações sobre a paisagem, sobre o horizonte ou sobre a arquitetura. A isto somam-se objetos ou caixas de luz, que resultam de soluções ou especulações formais. Marcia Xavier participou da 3ª Bienal do Mercosul no Brasil e da 6ª Bienal de Havana em Cuba. Seu trabalho figura em importantes coleções públicas como a Société Générale d’Art Contemporain, na França; Museu de Arte Moderna (MAM) e Banco Itaú, ambas em São Paulo; Museu de Arte Contemporânea (MAC) de Ribeirão Preto; e Museu de Arte Moderna (MAM) - Coleção Gilberto Chateaubriand, no Rio de Janeiro.

No início de sua carreira, durante os anos 90, Márcia Xavier investigava a fotografia a partir do autorretrato. Durante os anos 2000, seu trabalho expande-se para uma busca sobre a imagem e as questões da distorção e apresentação formal, como em "Carambola" (2000) no qual bolas de sinuca são refletidas e distorcidas nas paredes de um recipiente forrado com alumínio. Trabalhos como "Quadra" (2003) ou "Curva Francesa" (2005) refletem seu interesse pelas questões de escala e organização urbana. Sua pesquisa aproxima-se da arquitetura em trabalhos como "Olho d’água" (2007), uma instalação que cria distorções espaciais partir da imagem refletida pela água. Recentemente, contou com exposições individuais na Galeria 111, Lisboa, Portugal (2018), na Casa Triângulo e no Museo de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP), ambos em São Paulo (2017).

Para a curadora Lizette Lagnado, a obra de Xavier apresenta-se como um “terreno especulativo, no qual certas fotografias permanecem guardadas anos a fio até conquistar uma linha que determine seu destino (...) Curioso observar que o interesse de Marcia Xavier fixou-se em jogos de precisão, cuja movimentação depende de uma parceria. Embora regidos por um sistema de regras e cálculos, envolvem uma “percepção abstrata do mundo”, a indeterminação de lances que bifurcam.”

Galerias representantes

Galeria 111, Lisboa, Portugal

Destaques da carreira

Márcia Xavier

  • "Raízes Aéreas" | 2005 | Casa Triângulo, São Paulo
  • "Arte Nova Arte" | 2009 | Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro
  • "Água" | 2011 | Oca - Parque Ibirapuera São Paulo, SP
  • "Para-quedas" | 2010 | Casa Triângulo, São Paulo, SP
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