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Vik Muniz
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Vik Muniz

Vik Muniz

Vik Muniz

  • “VIK” | 2011 | Museu Colecção Berardo, Lisboa, Portugal “VIK” | 2011 | Museu Colecção Berardo, Lisboa, Portugal
  • “Vik Muniz: Pictures of Anything” | 2014 | Long Museum Shanghai, China “Vik Muniz: Pictures of Anything” | 2014 | Long Museum Shanghai, China
  • “Handmade” | 2016 | Galeria Nara Roesler, São Paulo, SP “Handmade” | 2016 | Galeria Nara Roesler, São Paulo, SP
“Handmade” | 2016 | Galeria Nara Roesler, São Paulo, SP

Vik Muniz

2 Iten(s)

   

  1. "Lovebugs"

    Vik Muniz

    Em passagem pela Flórida, Vik Muniz presenciou um fenômeno que lhe deixou bastante curioso: no período da primavera e do outono, milhares de insetos se reproduzem. É impossível não reparar, já que o ato é realizado em pleno vôo. Foi pensando nisso que o artista criou a obra "Lovebugs". O álbum traz doze gravuras que mostram diferentes posições do Kama Sutra, um texto indiano sobre o comportamento sexual humano, e estas, por sua vez, compostas por imagens dos “lovebugs” em diversos ângulos. As gravuras podem ser adquiridas separadamente.

    Disponibilidade: Em estoque

    • Gravura
    • Data 2014
    • Técnica fotogravura
    • Dimensões (A x L ) 51 x 51 cm
    • Edição 20
    CONSULTE DISPONIBILIDADE
  2. "Nostalgia"

    Vik Muniz

    "Nostalgia" cria relação direta com o espectador fazendo com que o mesmo busque na memória momentos e sentimentos da sua infância. O múltiplo faz parte da série Handmade, apresentada pelo artista em 2016, que explora a ambiguidade dos sentidos e as fronteiras entre a realidade e a representação dos objetos pela fotografia hiper-realista. O jogo é retratado de forma peculiar, já que é difícil diferenciar o que é real e o que é impressão. É um jogo dentro de outro. “Sempre funciona das duas maneiras. O que você espera ser uma foto não é, e o que você espera que seja um objeto, é uma imagem fotográfica”, ironiza Vik. “Em uma época em que tudo é reprodutível, a difer...

    Disponibilidade: Em estoque

    • Escultura
    • Data 2016
    • Técnica mista
    • Dimensões (A x L x P) 7 x 64 x 64 cm
    • Edição 50 + 5 PA
    R$ 40.000,00

Vik Muniz

2 Iten(s)

   

São Paulo (SP), 1961 |  Vive e trabalha em Nova York (EUA) e Rio de Janeiro (RJ, Brasil).

Vik Muniz é um dos artistas mais eminentes da arte contemporânea brasileira. Conhecido por empregar materiais inusitados, o artista amplia o universo da fotografia e cria uma relação de ilusão com o espectador. Constrói seus trabalhos explorando a colagem física e, em geral, seu processo de produção envolve a criação tridimensional e sua passagem para o bidimensional. Vik primeiramente desenha uma imagem com materiais, superfícies e escalas diferentes, e posteriormente a fotografa, condensando neste objeto duradouro e reprodutível suas composições perecíveis. Ele cria imagens conflituosas, que criam no espectador a ilusão de que o material está lá, pois elas possuem um intenso aspecto físico. Além disso, faz de certa forma, uma revisão de imagens difundidas, criando uma relação entre a figura e o material de sua composição. Em seu processo artístico, a fotografia transita entre instrumento de documentação e de criação.

Vik estudou publicidade na Fundação Armando Álvares Penteado e em 1983 passou a viver e a trabalhar em Nova York. Em seus primeiros trabalhos, relacionava objetos pré-existentes, design de produtos e publicidade em peças tridimensionais. Passou, então, a construir imagens a partir de objetos reais, como algodão, arame e linha, muitas vezes baseadas em obras de artistas consagrados pela história, como Alfred Stieglitz, Corot, Gerhard Richter, John Constable. Porém, não se baseia somente em ícones da arte, mas também cria ele próprio as composições que podem vir a ser novamente fotografadas, em ocasião de intervenções com outros materiais.

A escolha dos materiais não acontece ao acaso, ela se dá de acordo com história da criação da foto ou do desenho, assim como de acordo com o efeito que eles produzem. No caso dos primeiros trabalhos feitos com açúcar, por exemplo, este elemento foi escolhido, pois as fotografias nas quais ele se baseou eram de crianças plantadoras da cana-de-açúcar de St. Kitts, uma ilha caribenha. Além disso, os grãos doces representavam também os grãos que compõem uma fotografia.

Além do açúcar, Vik Muniz já trabalhou com o chocolate, devido a sua maleabilidade e textura; com a poeira do Whitney Museum, recriando obras da coleção do museu; com macarrão e molho de tomate em uma releitura da icônica "Medusa de Caravaggio"; até mesmo com lixo, usado para construir imagens em grande escala de catadores de material reciclável do aterro de Jardim Gramacho (Duque de Caxias – RJ) fotografados pelo artista, como se pode ver no premiado documentário "Lixo Extraordinário" (2010).

Dentre suas exposições, podemos destacar as realizadas no MoMA (Nova York), no Whitney Museum of American Art (Nova York), no Victoria and Albert Museum (Londres), no Tel Aviv Museum, no Museo Banco de la Republica (Bogotá), no Irish Museum of Contemporary Art (Dublin), no MAM - Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, no MASP - Museu de Arte Moderna de São Paulo, no International Center of Photography (Nova York), no The Art Institute of Chicago, além da 24 Bienal Internacional de São Paulo.

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