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Carlos Vergara

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Carlos Vergara

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  1. "Sem título"

    Carlos Vergara

    O múltiplo de Carlos Vergara, criado com exclusividade para a Carbono Galeria, é composto de fotografias recortadas e impressas sobre policarbonato. As imagens, que sugerem formações minerais e vegetais, ao serem recortadas e montadas, criam um relevo de parede com sobreposições geométricas. A edição vem acompanhada de certificado de autenticidade numerado e assinado.

    Disponibilidade: Em estoque

    • Fotografia
    • Data 2013
    • Técnica impressão sobre placas de poliestireno recortadas e montadas
    • Dimensões ( A x L) 63 x 65 cm
    • Edição 10
    R$ 18.000,00

Carlos Vergara

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Santa Maria (RS), 1941 | Vive e trabalha no Rio de Janeiro (RJ), Brasil.

Carlos Vergara possui uma obra extensa e consistente, que vem produzindo desde os anos sessenta e que lhe conferiu posição de destaque na arte contemporânea brasileira. Participou da 1ª Bienal do Mercosul, das 18ª e 20ª Bienais de São Paulo, da 39ª Bienal de Veneza e sua obra faz parte da coleção do Instituto Inhotim, do MAM - Museu de Arte Moderna de São Paulo, do Museu de Arte Contemporânea de Niterói, entre outras importantes coleções.

Em 1965, participa da exposição Opinião 65, iniciativa dos colecionadores Ceres Franco e Jean Boghici, que une as obras mais emblemáticas do momento, contando com artistas como Waldemar Cordeiro e Hélio Oiticica. Junto a este último, engendra a não menos importante Nova Objetividade Brasileira, mostra que se projeta em caráter de manifesto e coloca as propostas de Vergara ao lado de outros artistas de vanguarda como Antonio Dias, Lygia Clark e Anna Maria Maiolino.

Inicialmente influenciado pela arte pop e o expressionismo abstrato, este último devido à sua proximidade com Iberê Camargo, Carlos Vergara produz à época pinturas figurativas com grafismos e cores primárias. Durante os anos setenta, e diante das condições políticas do país, sua obra começa a enveredar por outros caminhos. Nessa ocasião, o artista abre mão de uma exposição individual no MAM do Rio de Janeiro e convida outros artistas a participarem da mostra, tornando-a coletiva. Realiza murais e painéis em parceria com arquitetos em vários países e ganha prêmios por esses trabalhos, com técnicas artesanais brasileiras. É também nessa época que desenvolve trabalhos com a temática do carnaval, nos quais interfere sobre fotografias.

Durante os anos oitenta, o artista volta-se novamente à pintura, abandona o figurativismo e realiza diversas exposições no Brasil e no exterior. No fim da década, passa a utilizar-se de pigmentos naturais e minérios, pesquisa em que se aprofunda nos anos noventa, culminando em séries de gravuras como a premiada Pantanal, além de monotipias e telas. Em 2003, realiza uma grande retrospectiva itinerante com curadoria de Paulo Sérgio Duarte; contou, recentemente, com diversas  individuais em diferente estados brasileiros e em Nova Iorque.

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