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José Rufino
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José Rufino

José Rufino

José Rufino

  • "Faustus" | 2010 | Palácio da Aclamação em Salvador, BA | foto: Marcio Lima
  • A obra Spectrum | 2010 | na exposição Blots & Figments, no The Andy Warhol Museum, Pittsburgh, EUA | Foto: Richard Stoner A obra Spectrum | 2010 | na exposição Blots & Figments, no The Andy Warhol Museum, Pittsburgh, EUA | Foto: Richard Stoner
  • A obra A obra "Ulysses" (2012), composta por materiais residuais coletados em escavações, demolições e aterros do Rio de Janeiro, em exposição na Casa França Brasil.
  • "Limbo" | 2018 | Biblioteca Mário de Andrade, São Paulo, SP

José Rufino

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  1. "Fieri additio"

    José Rufino

    A obra de José Rufino é um convite à criação. Escadas que não tocam o chão levam nosso olhar ao labirinto do volume central. A partir deste, uma outra escada nos leva ao infinito. Ao mesmo tempo, somos presos pelo minucioso trabalho com a madeira, corda e metal. Todos os elementos são faíscas para nossa imaginação.

    Disponibilidade: Em estoque

    • Escultura
    • Data 2014
    • Técnica madeiras, verniz, ferro e cordões encerados
    • Dimensões (A x L x P) 167 x 30 x 31 cm
    • Edição 20
    R$ 12.000,00

José Rufino

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João Pessoa (PB), 1965| Vive e trabalha em João Pessoa (PB), Brasil. 

Desenvolvendo instalações, desenhos e assemblages, Rufino lança mão de objetos encontrados ou de seu acervo pessoal para construir sua poética a partir de uma investigação centrada na memória emocional ou familiar. Expôs no The Andy Warhol Museum, nos E.U.A.; na 6ª Bienal de Havana, em Cuba; na 1ª Bienal de Arte Contemporânea do fim do Mundo, no Ushuaia; na 2ª Bienal de Artes Visuais do Mercosul, e na 25ª Bienal Internacional de São Paulo, ambas no Brasil. Rufino faz parte da coleção do Museu de Arte Contemporânea (MAC) de Niterói e de Curitiba, do Museu Oscar Niemeyer e do Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (MAMAM) em Recife.

No início da década de 1980, Rufino trabalhava com arte postal, mas depois, a correspondência tornou-se ponto de partida para uma outra exploração. Na série "Cartas de areia", iniciada nos anos 1990, o artista escrevia, desenhava e pintava sobre cartas de sua família. Em sua primeira exposição individual, em 1995, Rufino apresenta "Respiratio", instalação composta de gavetas preenchidas por cimento. Neste momento, Rufino volta-se à memória não mais estritamente pessoal das cartas de família, mas à memória comum, do desgaste provocado pelo tempo, e seus possíveis desdobramentos.

Em obras como "Murmuratio" (2001), "Summa" (2004) ou "Nostrum spiritus rebellis, Nostrum spiritus domitus" – que faz parte da coleção Itaú Cultural – Rufino utiliza elementos do mobiliário antigo ou colonial, desconfigurando seu uso e criando uma atmosfera que remete à um outro tempo. Para o crítico e curador Rodrigo Moura, “Quase toda a obra do artista paraibano se baseia na apropriação de arquivos, documentos e narrativas ligados a sua história pessoal, mas também conectados a contextos mais amplos e públicos. No limite, trata-se de aproximar história cotidiana e autobiografia, e estas à memória coletiva.”

 
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