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Lina Bo Bardi

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Lina Bo Bardi

Lina Bo Bardi

Lina Bo Bardi

  • "Polochon" | Instituto Bardi / Casa de Vidro | foto: Renata Castro e Silva
  • Vista da exposição Vista da exposição "Lina Bo Bardi: Habitat" | 2020 | Museu Jumex, México | foto: Ramiro Chaves
  • Vista interna da Casa de Vidro | © Instituto Lina Bo e P.M. Bardi/foto: Henrique Luz Vista interna da Casa de Vidro | © Instituto Lina Bo e P.M. Bardi/foto: Henrique Luz
  • Casa de Vidro | © Instituto Lina Bo e P.M. Bardi/foto: Henrique Luz Casa de Vidro | © Instituto Lina Bo e P.M. Bardi/foto: Henrique Luz
  • Perspectiva do Museu de Arte de São Paulo - MASP | © Instituto Lina Bo e P.M. Bardi/foto: Henrique Luz Perspectiva do Museu de Arte de São Paulo - MASP | © Instituto Lina Bo e P.M. Bardi/foto: Henrique Luz
  • Detalhe da Elevação do SESC - Fábrica da Pompéia | © Instituto Lina Bo e P.M. Bardi/foto: Henrique Luz Detalhe da Elevação do SESC - Fábrica da Pompéia | © Instituto Lina Bo e P.M. Bardi/foto: Henrique Luz
Detalhe da Elevação do SESC - Fábrica da Pompéia | © Instituto Lina Bo e P.M. Bardi/foto: Henrique Luz

Lina Bo Bardi

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  1. "Polochon"

    Lina Bo Bardi

    Para celebrar os 35 anos do Polochon criado por Lina Bo Bardi, a Carbono Galeria e o Instituto Bardi têm o prazer de apresentar o lançamento da edição da obra em uma tiragem limitada de 35 exemplares, com escala reduzida e renda revertida para o Instituto. “O Polochon (ou Porco-chon) é uma figura simpática de duas bundas. Descrito por Alfred Jarry em texto de 1885, foi colocado em cena pela primeira vez por Lina Bo Bardi, exatos cem anos depois. Integrava a cenografia da montagem brasileira de Ubu Rei (Ubu Roi), que a arquiteta criou a convite da companhia Teatro do Ornitorrinco. “ (Sol Camacho, Diretora Cultural - Instituto Bardi / Casa de Vidro) A...

    Disponibilidade: Em estoque

    • Escultura
    • Data 1985/2020
    • Técnica resina
    • Dimensões (A x L x P) 20,3 x 22,7 x 40 cm
    • Edição 35 + 6PA
    R$ 15.000,00

Lina Bo Bardi

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1914, Roma, Itália | 1992, São Paulo, São Paulo
 
Achilina di Enrico Bo, conhecida como Lina Bo, é uma das figuras mais importantes da arquitetura Latino-americana. Nascida do dia 5 de dezembro de 1914 em Prati di Castello, Roma de uma família genovesa de poucos recursos financeiros, Lina se mostra uma criança difícil e solitária, com um trajeto escolar tumultuoso que achava limitar o papel da mulher na sociedade. Sua família era composta da mãe Giovanna Adriana Grazia e pai Enrico Bo, e que se completou com a irmã mais nova Graziela. Depois de cursar o Liceo Artistico de Roma, Lina se forma em arquiteta com o trabalho de graduação “Núcleo Assistencial da Maternidade e da Infância.”
 
Preocupada com a instabilidade politica de Roma e a ascensão do Fascismo, se muda para Milão em 1940, aonde o estúdio Bo e Pagani com arquiteto Carlo Pagani; também colabora com Gio Ponti na revista “Lo Stile – nella casa e nell’arrendamento” e atua nas revistas Grazia, Belleza, Vetrina e L’illustrazionoe Italiana.
 
Muda-se para Roma com Pietro Maria Bardi em 1946 aonde funda a revista “A – Cultura della Vita” com Bruno Zevi. Após seu casamento com Pietro, o casal visita Rio de Janeiro, aonde conhece a vanguarda das artes no brasil. No ano seguinte, Pietro é convidado pelo jornalista, empresário e político Assis Chateaubriand para fundar e dirigir um museu de arte moderna. Lina naturaliza-se brasileira em 1951 e no mesmo ano completa seu primeiro projeto arquitetônico realizado: a Casa de Vidro, que virá a ser um ponto de encontro importante para a cultura nacional.
 
Lina vai a Salvador em 1958 para dar conferências na Escola de Belas Artes da Universidade da Bahia, e é convidada para dirigir o Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) aonde projeta o restauro do Solar do Unhão e sua adaptação para sede do museu. A experiência do Nordeste foi fundamental para o desenvolvimento da arquiteta ao estar rodeada pela diversidade e vitalidade da região em meio processo de industrialização.
 
Retornando a São Paulo em 1966, retoma o projeto do Museu de Arte Moderna de São Paulo (MASP) na Avenida Paulista, que após sua inauguração em 1968 virá a ser um dos marcos mais icônico da arquitetura Brasileira. Durante seus últimos dez anos de vida, após a inauguração do SESC Pompeia em 1982, Lina abriu uma nova fase em sua carreira. Apoiada pelos seus jovens colaboradores, Marcelo Ferraz, André Vainer e Marcelo Suzuki, produziu projetos que apontavam para uma renovação da arquitetura brasileira, então um tanto acomodada pela falta de oxigênio cultural dos anos da ditadura.
 
Após sua morte em 1992, o reconhecimento desses anos foi potencializado pelo Instituto Bardi, graças a suas exposições, publicações e presença na mídia. Lina tornou-se uma referência internacional. O século XXI, mais especificamente o pós crise de 2008, viu vários dos seus temas e posições tornarem-se pauta do debate sobre cultura, meio-ambiente, patrimônio histórico e produção material da arquitetura e dos objetos.
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