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Carlos Fajardo
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Carlos Fajardo

Carlos Fajardo

Carlos Fajardo

  • "Sem Título", 1989 | Obra feita com 13.244 unidades de tijolos | 100 x 420 x 420 cm
  • "Fajardo" | 1984 | Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, RJ
  • "Diáfano: Reflexos, transparências e opacidade na obra de Carlos Fajardo" | 2018 | Museu Oscar Niemeyer, Curitiba, PR

Carlos Fajardo

1 Iten(s)

   

  1. "Sem título"

    Carlos Fajardo

    Recentemente, Carlos Fajardo tem explorado as relações complexas entre imagens espelhadas, ocultamento e a visibilidade do outro. Este trabalho trata dessas relações sob um aspecto intimista e próximo. Devido ao uso do preto blackout, é como se sua imagem fosse vista na escuridão. A edição vem acompanhada de certificado de autenticidade numerado e assinado.

    Disponibilidade: Resta apenas 1

    • Escultura
    • Data 2013
    • Técnica vidro laminado, vidro comum e madeira
    • Dimensões (A x L x P) 50 x 100 x 11 cm
    • Edição 10
    R$ 20.000,00

Carlos Fajardo

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São Paulo (SP), 1941 | Trabalha em São Paulo (SP), Brasil.  

Carlos Fajardo cria principalmente instalações, e sua obra também transita entre a pintura e a escultura, uma e outra se permeando constantemente. Participou da Bienal de São Paulo nas 9ª, 16ª, 19ª e 25ª edições. Também esteve presente nas 45ª e 48ª edições da Bienal de Veneza, na 9ª Bienal de Cuenca e na 1ª Bienal do Mercosul. Realizou exposições coletivas e individuais em várias instituições do mundo, e sua obra integra coleções como a do MAM – Museu de Arte Moderna e MAC – Museu de Arte Contemporânea, ambos em São Paulo; e de outras coleções públicas e particulares.

O Grupo Rex, marco da arte brasileira, foi o ponto de partida para que Carlos Fajardo se inserisse na cena artística dos anos 1960. Tendo estudado com Regina Silveira, junta-se ao grupo formado inicialmente por Wesley Duke Lee (que também foi seu professor), Nelson Leirner e Geraldo de Barros, que pretendia criticar a situação da arte brasileira naquele momento. De modo irônico e bem-humorado, os integrantes do grupo, do qual participaram também José Resende e Frederico Nasser, criaram o jornal "Rex Time" e desenvolveram um espaço expositivo, a Rex Gallery and Sons para discutirem a arte como mercadoria, a crítica dominante, o lugar do espectador. Em seguida, num momento de crise política no país, funda a Escola Brasil:, junto a José Resende e Luiz Paulo Baravelli, com a proposta de ensinar arte de uma forma “antiacadêmica”, “abolindo a fragmentação do conhecimento artístico”. Fajardo permanece formando outros artistas e leciona na ECA USP – Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo.

Segundo Ivo Mesquita, “o rigor do seu trabalho é enriquecido pela ambiguidade de sua sensibilidade que transita entre o masculino e o feminino (…) mais que afirmar a tradição da Modernidade (…) deixa aberta a possibilidade de deslocamentos para outros territórios”. É assim que, tanto na pintura quanto na escultura, a obra de Carlos Fajardo constrói velamentos, vãos, limites. Desde sua obra inicial, na qual produzia principalmente trabalhos bidimensionais, até sua obra mais atual, em que as questões de plano e meio se contaminam, o artista sempre pensou a superfície, seja ela do suporte, do material ou mesmo do sentido.  

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