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Paloma Bosquê
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Paloma Bosquê

Paloma Bosquê

Paloma Bosquê

  • "Campo" | 2016 | Galeria Mendes Wood MD, São Paulo, SP | Foto: Everton Balardin
  • "Campo" | 2016 | Galeria Mendes Wood MD, São Paulo, SP | Foto: Everton Balardin
  • "Inventário (The Blind leading The Blind)" | 2018 | Galeria Mendes Wood MD, São Paulo, SP | Foto: Everton Balardin
  • "O Oco e a Emenda" | 2017 | Museu da Cidade, Lisboa, Portugal | Foto: Bruno Lopes
  • "O Oco e a Emenda" | 2017 | Museu da Cidade, Lisboa, Portugal | Foto: Bruno Lopes
  • "In the Hot Sun of a Christmas Day" | 2019 | Mendes Wood DM

Paloma Bosquê

1 Iten(s)

   

  1. "Inquieto"

    Paloma Bosquê

    O "Inquieto" é uma forma encerrada em si mesma. Sua estrutura é resultado de uma ação rápida e assertiva: tentar fazer parar em pé um trapézio. O gesto da artista deu origem a uma forma orgânica, quase antropomórfica, mas ainda abstrata; a matéria em movimento vertida em um ente que é só corpo. Os pontos de sustentação da escultura são seu assunto principal, os "pés", que tocam o solo ou a base, são como condutores de uma energia circular, sem saída. Duas pequenas frestas douradas voltadas para baixo os impedem de ser um recipiente hermeticamente...

    Disponibilidade: Resta apenas 1

    • Escultura
    • Data 2020
    • Técnica bronze
    • Dimensões (A x L x P) 25 x 40 x 6 cm
    • Edição 9 + 3PA
    R$ 9.000,00

Paloma Bosquê

1 Iten(s)

   

Garça (SP), 1982 | Vive e trabalha em São Paulo (SP), Brasil.

 

A rotina do ateliê é o ponto de partida de boa parte da pesquisa de Paloma Bosquê. Nesse ambiente, a artista manuseia e associa livremente materiais pouco usuais no vocabulário da escultura para criar composições espaciais de formatos e escalas variadas. Bosquê desenvolve métodos específicos para unir, sobrepor e emendar os materiais que escolhe para trabalhar, evitando qualquer forma mais definitiva de interação- o encaixe ao invés da solda. A busca constante por um equilíbrio possível e uma interação consensual entre os elementos no espaço norteia parte importante da produção da artista. 

Latão, feltro, bronze, carvão, breu, cera de abelha, tripas de boi, papéis artesanais, peneiras de café e lã são utilizados indiscriminadamente. A procedência ou a potencial carga simbólica de cada um dos itens empregados pela artista interessam menos do que sua presença física. É através das relações entre textura, peso e a transformação natural dos materiais orgânicos, que constrói um território de extrema delicadeza visual. 

Cada composição é singular: os feltros e os teares são feitos à mão e se adaptam a cada escolha da artista, as peneiras de café guardam marcas de uso - cada uma envelhece a seu tempo - e não há duas peles de bode iguais. O foco de Bosquê está na transitoriedade da matéria e na impermanência. Seus trabalhos nos lembram de como são frágeis os acordos que sustentam tudo o que consideramos permanente ou irrevogável. 

Suas mostras individuais recentes incluem "Dark Matter", Blum and Poe, Tóquio, Japão (2020); "In the Hot Sun of a Christmas Day", Mendes Wood DM, Nova York, USA (2019); "Inventário", Mendes Wood DM, Bruxelas, Bélgica (2018); "O Oco e a Emenda", Pavilhão Branco, Museu da Cidade, Lisboa (2017); "Campo", Mendes Wood DM, São Paulo (2016); O "Incômodo", Pivô, São Paulo (2015). Seus trabalhos também foram inclusos em mostras coletivas institucionais como "Brasile. Il coltello nella carne", Pac - Padiglione d'Arte Contemporanea, Milão (2018); "Bienal de Coimbra", Coimbra (2017); "Mycorial Theatre", Pivô, São Paulo (2016); "Projeto Piauí", Pivô, São Paulo (2016); "Roberto Burle Marx: Brazilian Modernist", The Jewish Museum, Nova York (2016); United States of Latin America, Museum of Contemporary Art Detroit, Detroit (2015).

 

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