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Carlos Mélo
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Carlos Mélo

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  • “Agreste Telúrico” | 2015 | CCBN - Centro Cultural Banco do Nordeste, Souza, PB “Agreste Telúrico” | 2015 | CCBN - Centro Cultural Banco do Nordeste, Souza, PB
  • "Confortflex", 2006 | Fotoframe de registro de performance número 4

Carlos Mélo

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  1. "Orixá da série experiência sensível "

    Carlos Mélo

    O autorretrato é presente na produção do artista pernambucano Carlos Mélo em suportes como o desenho, foto, vídeo, performance e instalação.Neste trabalho, Mélo se esquiva, se esconde, se dissolve na cena e no seu entorno. O rosto do artista não aparece, como muito acontece em seus trabalhos, mas é sem o retrato do rosto que permite que o corpo se entregue ao mundo.A obra pertence à série "Projeto experiência sensível" realizada em Sintra, Portugual. O artista usa um boné criado por ele mesmo, no qual foram adicionadas missangas formando uma franja. Ela sub...

    Disponibilidade: Em estoque

    • Fotografia
    • Data 2016
    • Técnica fotografia em duratrans sobre backlight
    • Dimensões ( A x L) 75 x 56 cm
    • Edição 12 + 2PA
    R$ 5.000,00

Carlos Mélo

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Riacho das Almas (PE), 1969  | Vive e trabalha em Recife (PE), Brasil. 

Carlos Mélo investiga o lugar que o corpo ocupa no mundo. É conhecido pelas suas performances, fotografias e instalações. Com várias formações e pesquisas no ramo das artes e filosofia, desenvolve uma atividade artística regular de âmbito nacional e internacional.

Carlos foi um dos três premiados do Prêmio Foco da ArtRio de 2015. O artista levou quatro peças da série Agreste telúrico, produzidas durante uma residência artística na Paraíba: uma fotografia, na qual está ele registrado encarnado uma espécie de carcará, uma faca de dois gumes, uma escada feita com ossos de boi e um painel de neon no qual se lê “Agreste resgate”. O Bradesco, que concede o prêmio, doou a obra do artista ao Museu de Arte do Rio – MAR.

Sobre sua obra, Moacir dos Anjos escreveu: “Aproximando imagens e palavras, o artista fez convergir, por vezes, fotografias de seu corpo em situações de interação com a paisagem e diagramas conceituais que o sugerem como matéria em fluxo, definido sempre de modo transiente e relacional. São trabalhos que buscam dissolver a materialidade do corpo nos lugares onde realiza ações – confundindo carne e espaço – e, por meio do “contorcionismo semântico” que faz, transformá-lo também em conceito”.

Entre suas exposições individuais destacam-se:  "Macunaíma", no SESC Bom Retiro, São Paulo SP, Brasil em 2016; "A palavra vista por dentro", Museu Mulio La Greca, Recife PE, Brasil em 2016; "Agreste telúrico", no Centro Cultural Banco do Nordeste na Paraíba em 2015; "Sobre humano", na Galeria Laura Marsiaj no Rio de Janeiro, em 2012; "Carlos Mélo", na Galeria Moura Marsiaj em São Paulo em 211; entre outras. Participou de mostras coletivas no Paço das Artes em São Paulo; MAMAM no Recife; Fundação Joaquim Nabuco no Recife; Itau Cultural em São Paulo; USA-Urbana-Champaign Krannert Art MUseum em Lisboa; entre outras.

 

 
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