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Marcos Chaves
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Marcos Chaves

Marcos Chaves

Marcos Chaves

  • Duas vistas da instalação Duas vistas da instalação "Logradouro": exposição individual no Itaú Cultural, São Paulo em 2001 e no Museu Vale do Rio Doce, Vila Velha em 2002
  • "Eu só vendo a vista", trabalho múltiplo e intervenção urbana | 1997 | Rio de Janeiro, RJ
  • “The Laughing Room” | 2007 | Exposição “All About Laughter - The Role of the Humor in Contemporary Art” | Mori Art Museu, Tóquio, Japão “The Laughing Room” | 2007 | Exposição “All About Laughter - The Role of the Humor in Contemporary Art” | Mori Art Museu, Tóquio, Japão
  • “Morrendo de Rir” | 2002 | XXV Bienal de São Paulo, SP “Morrendo de Rir” | 2002 | XXV Bienal de São Paulo, SP
“Morrendo de Rir” | 2002 | XXV Bienal de São Paulo, SP

Marcos Chaves

6 Iten(s)

   

  1. "Boca"

    Marcos Chaves

    Em 2005, Marcos Chaves produziu uma série de trabalhos, entre fotografias e vídeos, em que vestia máscaras diferentes, sendo uma delas a imagem que vemos na obra “Boca”. Nesta obra, o artista retoma a discussão realizada nas obras de 2005 e transforma a imagem da boca, recortando somente a área da máscara e iluminando-a através de uma caixa backlight, esta em acrílico vermelho. A edição vem acompanhada de certificado de autenticidade numerado e assinado pelo artista.

    Disponibilidade: Em estoque

    • Fotografia
    • Data 2005/2014
    • Técnica fotografia em duratrans s/ backlight
    • Dimensões (A x L x P) 37 x 45 x 8 cm
    • Edição 25
    R$ 10.000,00
  2. "Desculpe o transtorno"

    Marcos Chaves

    Nesta fotografia, Marcos Chaves nos apresenta esta imagem tão conhecida - o Pão-de-Açúcar observado do mirante Dona Marta - de uma maneira tão simples, usando um dos mais distintivos traços de sua obra: sua capacidade de olhar o mundo por meio de humor atento e ácido e por tal procedimento, desalojar o espectador da conhecida percepção, rotinas e hábitos. A obra vem acompanhada de certificado de autenticidade numerado e assinado pelo artista.

    Disponibilidade: Em estoque

    • Fotografia
    • Data 2009
    • Técnica fotografia
    • Dimensões (A x L) 60 x 80 cm
    • Edição 100
    R$ 4.000,00
  3. "Chaves"

    Marcos Chaves

    O que é essa chave, e o que ela abre? É uma chave folheada a ouro. Nela se lê a palavra “CHAVES”. É uma brincadeira semiótica, com o nome do artista e o objeto: signo, significante e significado. Abrindo outras possibilidades para pensar a linguagem. A obra foi feita com exclusividade para a Carbono Galeria.

    Disponibilidade: Em estoque

    • Escultura
    • Data 2013
    • Técnica caixa de madeira e chave folheada a ouro
    • Dimensões ( A x L x P) 25 x 20 x 5 cm
    • Edição 30
    R$ 6.000,00
  4. "Não falo duas vezes"

    Marcos Chaves

    Marcos Chaves é um artista visual que frequentemente flerta com as palavras, por meio de jogos semânticos e trocadilhos bem humorados e inteligentes, no qual, muitas vezes, se apropria de expressões e termos populares. Na obra "Não falo duas vezes", o artista explora efeitos visuais analógicos e aborda de forma sútil e divertida questões de gênero, sem deixar de relacionar-se com a história da arte. Figura e fundo são utilizados, elementos cotidianos apropriados, e jogos de luz e sombra se tornam a principal chave para a formalização da obra. Não falo duas vezes foi concebido originalmente quase como uma gambiarra, contudo, aqui é formalizado como um objeto de arte int...

    Disponibilidade: Em estoque

    • Instalação
    • Data 2018
    • Técnica madeira, vidro e led
    • Dimensões (A x L x P) 42 x 32 x 15 cm
    • Edição 12 + 3PA
    R$ 12.000,00
  5. "Olympic Rio"

    Marcos Chaves

    Na obra "Olympic Rio", com humor e simplicidade, Marcos Chaves faz uma crítica ao jeito informal e improvisado inerente ao brasileiro. Para isto, usa um dos mais distintivos traços de sua obra: sua maneira de olhar o mundo por meio de humor atento e ácido e por tal procedimento, desalojar o espectador da conhecida percepção, rotinas e hábitos.

    Disponibilidade: Em estoque

    • Fotografia
    • Data 2010
    • Técnica fotografia
    • Dimensões (A x L) 80 x 60 cm
    • Edição 100
    R$ 4.000,00
  6. "Rio 40º"

    Marcos Chaves

    Numa tarde de calor no Rio de Janeiro, os olhos de Marcos Chaves encontraram o Pão de Açúcar. Não o morro em si, mas sua imagem em pleno asfalto, onde a faixa branca encontra o negro brilhante e quente. Sua imagem foi capturada em fotografia e transformada em tapeçaria. Podemos, então, tocar com os pés o mais importante cartão postal carioca. A edição acompanha certificado de autenticidade numerado e assinado pelo artista.

    Disponibilidade: Em estoque

    • Instalação
    • Data 2009/2014
    • Técnica tapeçaria digital
    • Dimensões (A x L) 135 x 190 cm
    • Edição 25
    R$ 4.800,00

Marcos Chaves

6 Iten(s)

   

Rio de Janeiro (RJ), 1961 | Trabalha no Rio de Janeiro (RJ), Brasil.  

Marcos Chaves inicia sua produção na década de 1980 e trabalha principalmente com a fotografia, além de criar vídeos, instalações, obras em espaços públicos e esculturas. Participou das 1ª e 5ª edições da Bienal do Mercosul, da 25ª Bienal de São Paulo, da 54ª Bienal de Veneza, entre outras importantes exposições na América do Sul e do Norte, Ásia, Europa, Austrália e África. Sua obra integra as coleções do MAM – Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, do Centro per l’Arte Contemporanea Luigi Pecci (Itália), entre outras coleções particulares. Foi contemplado com diversos prêmios, como o do IV Salão MAM da Bahia e o Espírito Santo Investment Award.

Pautado pela fotografia, o trabalho de Chaves transforma situações cotidianas, extraindo cenas improváveis de momentos banais. É o caso da série Buracos, fotografias de grandes buracos encontrados em ruas sem manutenção, ou da série Retratos, composta de fotos de vassouras que, encostadas na parede, ganham expressões humanas. Outro tema frequente na obra do artista é a cidade do Rio de Janeiro. O artista explora, em trabalhos como "Eu só vendo a vista", "Mar Ave Ilha" e toda a série da sua exposição "Pieces", questões relacionadas à paisagem ou aos ícones da cidade, como o Pão de Açúcar. Paralelamente, o humor, a ironia e o uso das palavras, culminando em poesias visuais, perpassam todo o conjunto de sua obra, seja ela em fotografia, vídeo ou em instalações e projetos de arte pública.

De acordo com Simon Kirby, em texto sobre sua exposição individual Pieces, o trabalho de Marcos Chaves relaciona-se “à dinâmica de posicionar elementos no espaço. Aqui [nos trabalhos de "Pieces"], perspectivas inversas distanciam o primeiro plano e trazem para a frente objetos distantes. Seus múltiplos pontos de vista nos convidam a deslocar nossa posição visual e a criar nossas próprias narrativas: o macaco pula de galho em galho; a luz no horizonte muda; aquela ilha única torna-se um arquipélago pessoal fictício, talvez até melancólico, e cheio de possibilidades. Enquanto boa parte da obra anterior de Chaves está preocupada com a criação de novos significados em momentos que seriam, de outro modo, esquecidos, estas obras basicamente apresentam ocasiões conscientes nas quais o artista, embora não visível fisicamente, está totalmente presente como um protagonista contemplativo”.

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