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Ivan Grilo
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Ivan Grilo

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  • "Novas Aquisições da Coleção Gilberto Chateaubriand" | 2014 | MAM, São Paulo, SP
  • "Quando cai o céu" | 2014 | Centro Cultural São Paulo, SP
  • “Amanhã, logo à primeira luz” | 2019 | Casa Triângulo, São Paulo, SP | foto: Filipe Berndt “Amanhã, logo à primeira luz” | 2019 | Casa Triângulo, São Paulo, SP | foto: Filipe Berndt
“Amanhã, logo à primeira luz” | 2019 | Casa Triângulo, São Paulo, SP | foto: Filipe Berndt

Ivan Grilo

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  1. "Esta sala está vazia"

    Ivan Grilo

    A edição exclusiva do artista Ivan Grilo consiste em uma placa dourada produzida em bronze fundido com gravações em alto relevo onde se lê “Esta sala está vazia”. A frase supõe uma ausência subjetiva, ironicamente propõe a dissipação da presença física, e pode ser transportada para vários outros contextos. Uma das possíveis leituras é a que presenciamos diariamente em nosso país: o apagamento social.A obra vem acompanhada de certificado de autenticidade numerado e assinado pelo artista. 

    Disponibilidade: Sem estoque

    • Escultura
    • Data 2016
    • Técnica fundição em bronze
    • Dimensões (A x L x P) 15 x 39 x 1 cm
    • Edição 10 + 3PA
    EDIÇÃO ESGOTADA

Ivan Grilo

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Itatiba (SP), 1986 | Vive e trabalha em Itatiba (SP), Brasil.

O que Ivan Grilo manuseia são acervos e fotografias. É um "sucateiro de histórias", investigador de cada pedacinho. Tudo isso parte de uma inquietação, de uma curiosidade natural. Quando pequeno, Ivan queria ser marceneiro, desmanchava tudo.

Participou em 2016 da coletiva "A cor do Brasil", no Museu de Arte do Rio. Neste mesmo ano, conquistou o Prêmio FOCO Bradesco ArtRio com o trabalho "Segundo Estudo para Baía de um Mar Inteiro", que temo como base parte da história da cidade do Rio de Janeiro, com a chegada dos escravos ao cais do Valongo, e a história popular de Chico Rei com a origem da congada. A narrativa não linear, onde histórias se cruzam, a apropriação de fotos alheias, são temas recorrentes no trabalho de Ivan.

Em 2015, exibiu a individual "Eu quero ver", na Casa Triângulo, em 2014, exibiu a individual "Quando Cai o Céu", no Centro Cultural São Paulo, além de participar das coletivas: "Novas Aquisições" da Coleção Gilberto Chateaubriand, no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP) e "Pororoca, a Amazônia" no Museu de Arte do Rio (MAR).

Em 2013, exibiu "Estudo para medir forças" na Casa França-Brasil, integrando o "Projeto Cofre"; além de ser premiado no edital PROAC Artes Visuais, do Governo do Estado de São Paulo. E em 2012, recebeu o Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia.

Dentre suas principais exposições individuais estão: "Sentimo-nos Cegos", na Luciana Caravello Arte Contemporânea; "Quase/Acervo", no Museu da República; "Ninguém", no Paço das Artes; "Isso é tudo de que preciso me lembrar", no SESC Campinas e "Quando cai o céu", no CCSP, com curadoria de Bernando Mosqueira.

Dentre as principais coletivas estão: "Bienal MASP Pirelli de Fotografia", em São Paulo; "I Bienal do Barro" em Caruaru; "2nd Ural Biennial of Contemporary Art", na Rússia; "16ª Bienal de Cerveira", em Portugal; "11ª Bienal do Recôncavo" em São Félix e "Arte Pará", no Museu Histórico do Estado do Pará.

Tem obras nos acervos Museu de Arte Moderna de São Paulo, Museu de Arte do Rio, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro/Coleção Gilberto Chateaubriand, Fundação Bienal de Cerveira, entre outros.

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