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Jorge Mayet
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Jorge Mayet

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  • "Cubanía" | 2014/2015 | Galeria Inox, Rio de Janeiro, RJ
  • "Sobre todas as coisas" | 2012 | Galeria Inox, Rio de Janeiro, RJ

Jorge Mayet

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  1. "Sem título"

    Jorge Mayet

    Uma pequena porção de terra que pode ser erguida pelas mãos suporta de um lado, longas e múltiplas raízes e de outro, uma verde grama e uma frondosa árvore com flores amarelas, vermelhas ou roxas. A terra é densa e espessa e mais do que isso, seu papel é ligar os elementos que costumam ser e não ser visíveis. Terra que mais do que unir na figuração, une no campo das ideias, das memórias de um lugar que já não mais pertence à visão, mas sim ao imaginário. A obra "Sem título (2015)" faz parte de uma composição complexa que o artista vem criando há anos, realizada a partir do cruzamento de suas lembranças e sua criação; uma espécie de relicário criado por ele para manter ...

    Disponibilidade: Sem estoque

    • Escultura
    • Data 2015
    • Técnica papel maché, tinta acrílica, fio de cobre, poliuretano e fibra sintética
    • Dimensões (A x L x P) 44 x 30 x 30 cm
    • Edição 30
    EDIÇÃO ESGOTADA

Jorge Mayet

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Havana (Cuba), 1962 | Vive e trabalha em Palma de Mallorca (Espanha).

Jorge Mayet é um artista cubano, que vive há anos em Palma de Mallorca (Espanha). A distância de sua terra natal e suas memórias da paisagens caribenhas possuem uma forte presença em seu trabalho, composto por pinturas, esculturas e instalações. Já expôs em renomadas galerias e instituições como a Maison Particulière Centre D’Art (Bruxelas), o Museu de Art contemporani Es Baluard (Palma de Mallorca), o Museum of Arts and Design (Nova York), a Art Basel Miami, a Fundação La Caixa (Ibiza), a 5ª Bienal de Havana (1993). Seus trabalhos fazem parte de importantes coleções como a da Saatchi Gallery (Londres), do MAD Museum (Nova York), da Leo Gallery (Xangai), entre outras.

O artista estudou pintura na Academia Nacional de Belas Artes San Alexandro, em Havana, e no início de sua carreira, este era seu principal meio de expressão, mas foi gradualmente cedendo espaço para esculturas e instalações. Estas são a resultados da transformação física de sentimentos que o artista guarda de suas experiências. Fisicidade que cabe nas mãos, que pode ser levada com o indivíduo. A escala de suas obras é outro aspecto importante: elas são miniaturas de elementos que misturam imagens realísticas com a poesia do imaginário do artista.

Outra característica interessante de suas esculturas é o emprego de materiais comuns como fios de cobre, esponjas pintadas e papel, de forma a criar um aspecto realístico nas esculturas. Quando próximos, nossos olhos são seduzidos de tal forma que desejamos tocar as peças.

As árvores, com suas longas raízes e exuberantes galhos que por vezes são ou não floridos, assim como a própria terra, figuram como metonímias de toda a paisagem. Passam pelo mesmo processo penas, muitas vezes ligadas a galhos, e os bohíos, típica casa do camponês cubano.

Não por acaso, em 2009, Mayet apresentou a instalação "Deseo", em ocasião da Miami Art Basel. A casa, com seis metros de largura, três de comprimento e cinco de altura, foi colocada no mar, e ali, no choque com as ondas, se desconstruiu de forma natural, no último dia da feira. Sua imagem forte e facilmente identificável para cubanos que por ali passaram, despertava neles o elo com a terra natal.

"Independentemente do meio que utilizo, meu trabalho é sobre a interminável necessidade de expressar momentos que marcaram meu passado e influenciaram meu presente. A maior parte de minhas experiências de vida vem de Cuba. E estas são as inspirações para meu trabalho. Minhas instalações são encarnações de minhas experiências. Elas permanecem indefinidamente suspensas por fios invisíveis, como os que me ligam com minhas memórias e minhas raízes."1


1. Jorge Mayet for Gulf News By Jyoti Kalsi - Publicada em 29 de maio de 2014.

 

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