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Daniel Senise
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Daniel Senise

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Daniel Senise

  • "Printed Matter" | 2017 | Galeria Nara Roesler, NY

Daniel Senise

3 Iten(s)

   

  1. "Banco Ed. Lugano"

    Daniel Senise

    "Banco Ed. Lugano remove uma matéria sujeita à ação do tempo e a cristaliza em novo corpo, para sustentar outros corpos. Os tacos de madeira marchetados em padronagem geométrica, removidos de um apartamento no edifício homônimo, reestruturam-se como assento de um banco. Em ambos os objetos, embaralham-se as vidas passadas e os desígnios futuros dos objetos." Paulo Miyada A edição vem acompanhada de certificado de autenticidade numerado e assinado pelo artista.

    Disponibilidade: Em estoque

    • Escultura
    • Data 2017
    • Técnica marchetaria e ferro
    • Dimensões (A x L x P) 86 x 41 x 40 cm
    • Edição 12 + 3PA
    R$ 12.000,00
  2. "Luminária Parque Lage"

    Daniel Senise

    ""Luminária Parque Lage" foi moldada em bronze a partir de um longo galho coletado no parque a que se refere o título da obra. Assim, a matéria orgânica adquire outra duração, outro peso, outro lugar. Em seus braços, uma lâmpada aplica-se em arranjo móvel, que pode ser rearranjado para alturas maiores ou menores, equilíbrios mais ou menos estáveis." Paulo Miyada A edição vem acompanhada de certificado de autenticidade numerado e assinado pelo artista.

    Disponibilidade: Em estoque

    • Escultura
    • Data 2017
    • Técnica bronze fundido
    • Dimensões ( A x L) 263 x 65 cm
    • Edição 15 + 3 PA
    R$ 18.000,00
  3. "Sem título"

    Daniel Senise

    A obra de Senise traz os resíduos de uma narrativa de infância aliada a um conceito de ausência. Seu pai era aviador da Panair do Brasil e durante os inúmeros voos tinha por hábito fotografar as nuvens e suas arquiteturas atmosféricas que agora fazem parte de um acervo de foto. Durante uma ponte aérea, estava com o negativo do pai, que foi alinhado com a sua fotografia, adquirindo uma existência simultânea. A obra traz a tonalidade da lembrança, retém um tempo suspenso, impregnado pelos resíduos de uma memória paterna, ao armazenar as significações íntimas no tumulto calado da temporalidade. A edição vem acompanhada de certificado de autenticidade numerado e assinado.

    Disponibilidade: Em estoque

    • Fotografia
    • Data 2019
    • Técnica fotografia em duratrans s/ backlight
    • Dimensões A x L x P) 24 x 18 x 9 cm
    • Edição 15 + 1 PA
    R$ 12.000,00

Daniel Senise

3 Iten(s)

   

Rio de Janeiro (RJ), 1955 | Vive e trabalha no Rio de Janeiro (RJ), Brasil.

A pesquisa de Senise desenvolve-se principalmente a partir da pintura, mas o artista também cria fotografias, gravuras e instalações. O artista começou sua trajetória na Escola de Artes Visuais do Parque Laje, onde participou da célebre "Como vai você, geração 80?".

Notório, seu trabalho for apresentado em três edições da Bienal Internacional de São Paulo, em 1985, 1989 e 1998; na Bienal de La Habana em Cuba; na Bienal de Veneza, entre outras. Destacam-se também exposições no Centre Georges Pompidou, Museu Ludwig e Museum of Modern Art (MoMA). Também faz parte de importantes coleções públicas por todo o mundo, como The Brooklin Museum, e Museum of Latin American Art (MOLAA), ambos nos E.U.A.; Stedelijk Museum, Holanda; e nos Museus de Arte Moderna (MAM) do Rio de Janeiro e de São Paulo.

O trabalho de Senise está diretamente relacionado aos processos de fatura e suas implicações. A pesquisa de Senise desenvolve-se principalmente a partir da  pintura, mas o artista também cria fotografias, gravuras e instalações. O interesse pela matéria e pela memória é elemento chave: numa de suas séries mais conhecidas Senise transfere a imagem do piso do ateliê através dos resíduos que imprimem sua textura diretamente sobre a superfície da tela. O desgaste e as marcas causados pela passagem do tempo e referências à história da arte também são operações frequentes – a  partir deste vocabulário novas significações podem ser atribuídas ao ato da pintura ou da construção de imagens.

Agnaldo Farias chama atenção para o fato do artista pensar seu trabalho a partir de “Imagens extraídas de uma tela antiga e cultuada, ou não, retiradas de um outro lugar qualquer, uma fonte ordinária, daquelas que, em princípio, vemos com indiferença. Imagens de significado unívoco ou que se ampliam em face do trabalho da imaginação daquele que as contempla. como fonte de proliferação de sentidos.” E acrescenta que Senise pensa em sua obra como fonte de proliferação de sentidos.

 

 
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