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Carla Caffé
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Carla Caffé

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Carla Caffe

  • Exposição Exposição "A(e)rea Paulista" | 2012 | Funarte, São Paulo, SP
  • Desenho do pavilhão da Bienal de São Paulo. Desenho do pavilhão da Bienal de São Paulo.
  • Desenhos dos edifícios Patrimônio e Copan. Desenhos dos edifícios Patrimônio e Copan.
Desenhos dos edifícios Patrimônio e Copan.

Carla Caffé

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  1. "cartas_sp"

    Carla Caffé

    Os trabalhos expostos são fragmentos da cartografia da cidade de São Paulo. São pinturas que exploram a caligrafia e o desenho para convocar a memória e a identidade do território urbano. A montagem, através dos solos recortados, provoca o despertar da nossa imaginação à completar as partes da cidade de acordo com a vivência e a experiência de cada um. Os fragmentos, 12 no total, são adquiridos separadamente, de forma se pode montar um mapa com as áreas de maior interesse. A obra é enviada sem moldura.

    Disponibilidade: Resta apenas 1

    • Gravura
    • Data 2013
    • Técnica impressão jato de tinta em papel hahnemühle
    • Dimensões (A x L x P) 40 x 30 cm
    • Edição 7
    R$ 1.200,00

Carla Caffé

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São Paulo (SP), 1965 | Vive e trabalha em São Paulo (SP), Brasil.

Formada em arquitetura, trabalha com design gráfico, arte, teatro e cinema. Participou de importantes mostras coletivas como a  X e IV Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo. No cinema, trabalha como diretora de arte em longa-metragem,  entre outros: Central do Brasil  _ Walter Salles; Bossa Nova  _ Bruno Barreto; e Narradores de Javé _ Eliane Caffé.

Foi colunista do jornal Folha de S. Paulo  e editou "Cidade Nua", uma crônica semanal  de  desenhos da cidade. Desde então a sua pesquisa  tem sido a linguagem do desenho  na representação da paisagem urbana, na cartografia, no mapeamento e na geopoesia. Através de cálculos poéticos, o desenho recria um significado do espaço, exercitando a memória urbana e fortalecendo a identidade da cidade entre as comunidades, possibilitando assim o compartilhamento de memórias, desejos, estórias e despertando descobertas do dia- a- dia.

Para Agnaldo Farias "...ela percorre anotando, registrando, examinando, esboçando, bosquejando, recortando, decupando, ou seja, empregando grande parte dos verbos que compreendem DESENHAR. Vai representando excertos de construções notáveis por suas peculiaridades, arquiteturas e situações que, aqueles que vivem em São Paulo ou simplesmente vivenciaram essa avenida em algum tempo, percebem-lhes amadas, embora até esse momento a maioria não soubesse disso. A prova do afeto é que eles a reconhecerão de imediato e, como acontece, se reconhecerão nesse reconhecimento."

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