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Adriana Varejão
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Adriana Varejão

Adriana Varejão

Adriana Varejão

  • “Adriana Varejão” | 2014 | Institute of Contemporary Art (ICA), Boston, EUA | foto: Charles Mayer “Adriana Varejão” | 2014 | Institute of Contemporary Art (ICA), Boston, EUA | foto: Charles Mayer
  • "Adriana Varejão: Kindred Spirits" | 2015 | Dallas Contemporary, Texas, EUA | foto: Kevin Todora
  • “Histórias às Margens” | 2013 | Museu de Arte Moderna (MAM), RJ | foto: Eduardo Ortega “Histórias às Margens” | 2013 | Museu de Arte Moderna (MAM), RJ | foto: Eduardo Ortega
  • “Pavilhão Adriana Varejão” | 2008 (data abertura do pavilhão permanente) | Intituto Inhotim, MG | foto: Eduardo Eckenfelds “Pavilhão Adriana Varejão” | 2008 (data abertura do pavilhão permanente) | Intituto Inhotim, MG | foto: Eduardo Eckenfelds
  • “Chambre d’échos“ | 2005 | Fundação Cartier, Paris (França) | foto: Patrick Gries “Chambre d’échos“ | 2005 | Fundação Cartier, Paris (França) | foto: Patrick Gries
“Chambre d’échos“ | 2005 | Fundação Cartier, Paris (França) | foto: Patrick Gries

Adriana Varejão

4 Iten(s)

   

  1. "Elegia mineira (tríptico)"

    Adriana Varejão

    "Fiz essa obra durante o tempo que morava em Minas Gerais. Tinha acabado de ler o maravilhoso livro do Lúcio Cardoso, 'Crônica da Casa Assassinada', que fala da história de uma família em uma fazenda, onde a casa é como se fosse um grande organismo vivo. Esse trabalho fala da memória, da intimidade, das entranhas descobertas, das testemunhas silenciosas. Como se costuma dizer, as paredes têm ouvidos."  Adriana Varejão  A obra acompanha certificado numerado e assinado pela artista.

    Disponibilidade: Sem estoque

    • Fotografia
    • Data 2012
    • Técnica fotografia digitalizada
    • Dimensões (A x L) 25 x 16 cm (cada)
    • Edição 10 + 3PA
    EDIÇÃO ESGOTADA
  2. "Castelinho de areia"

    Adriana Varejão

    "Castelo da Sereia" foi concebida na ocasião da exposição "Historias às margens" (2012, MAM RJ). Trata-se do registro de uma performance realizada pela artista na Praia do Abrico, no Rio de Janeiro. Contou com a colaboração do fotógrafo Murillo Meirelles e da figurinista Marina Franco. A obra acompanha certificado numerado e assinado pela artista.

    Disponibilidade: Restam apenas 0

    • Fotografia
    • Data 2012
    • Técnica fotografia
    • Dimensões ( A x L) 29 x 48 cm
    • Edição 100 + 10PA
    CONSULTE DISPONIBILIDADE
  3. "Castelo da sereia"

    Adriana Varejão

    "Castelo da Sereia" foi concebida na ocasião da exposição "Historias às margens" (2012, MAM RJ). Trata-se do registro de uma performance realizada pela artista na Praia do Abrico, no Rio de Janeiro. Contou com a colaboração do fotógrafo Murillo Meirelles e da figurinista Marina Franco. A obra acompanha certificado numerado e assinado pela artista. *Valor da obra não inclui moldura

    Disponibilidade: Sem estoque

    • Fotografia
    • Data 2012
    • Técnica fotografia
    • Dimensões ( A x L) 40 x 40 cm
    • Edição 100 + 10PA
    EDIÇÃO ESGOTADA
  4. "Olho carnívoro"

    Adriana Varejão

    O retrato do olho da artista foi feito em 2013, na Floresta da Tijuca, no Rio de Janeiro. Então grávida de nove meses, Adriana Varejão estava em meio a produção de uma série sobre plantas carnívoras.A foto foi inspirada na planta Dioneia que tem a estrutura de captura formada por dois lóbulos unidos pela base e presos na ponta de cada uma das folhas. A planta também é conhecida como Vênus papa-moscas, em alusão à deusa romana do amor e da fertilidade.

    Disponibilidade: Sem estoque

    • Fotografia
    • Data 2013-2016
    • Técnica fotografia digitalizada
    • Dimensões ( A x L) 20 x 16 cm
    • Edição 100 + 10 PA
    EDIÇÃO ESGOTADA

Adriana Varejão

4 Iten(s)

   

Rio de Janeiro (RJ), 1964 | Vive e trabalha no Rio de Janeiro (RJ), Brasil.

Adriana Varejão é pintora e também trabalha com escultura, desenho, instalação e fotografia. No fim da década de 1980, Varejão produz telas com espessas camadas de tinta, tendo como parâmetro as igrejas barrocas brasileiras e sua azulejaria, como em "Altar I", 1987. Posteriormente, passa a apropriar-se de imagens da história do Brasil, retomando representações etnográficas de indígenas e negros, como, por exemplo, as ilustrações do livro "Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil", de Debret (1768 - 1848), para comentar o processo de miscigenação no país e a violência do processo de colonização. A artista percorre, assim, o repertório de imagens relacionadas ao Período Colonial brasileiro: os azulejos, os mapas e os registros dos viajantes.

Em outras obras, utiliza cacos de louça e pratos da Companhia das Índias, que são moldados e pintados pela artista, como em "Linha do Equinócio II", 1997. Adriana Varejão faz também incisões e suturas em suas telas, como ocorre em "Filho Bastardo II", 1997 ou em "Parede com Incisões a la Fontana", 2000, nas quais, por meio dos cortes, deixa entrever uma matéria interna, que tem a aparência de carne. Também reproduz em seus quadros fragmentos anatômicos, fazendo referências a esquartejamentos e canibalismo, em obras de grande densidade simbólica.

Suas obras estão presentes em acervos de importantes instituições, entre elas The Metropolitan Museum of Art, New York; Solomon R. Guggenheim Museum, New York; Museum of Contemporary Art San Diego; Tate Modern, London; Fondation Cartier pour l’art contemporain, Paris; Fundación “la Caixa”, Barcelona; Stedelijk Museum, Amsterdam; Hara Museum, Tokyo e Museu de Arte Moderna de São Paulo.

Já realizou exposições individuais em diversas instituições internacionais como Gagosian Gallery, Los Angeles, 2017; Villa Medici, Roma, 2016; Dallas Contemporary, Texas, 2015; The Institute of Contemporary Art, Boston, 2014; Museo de Arte Latinoamericano de Buenos Aires, Argentina, 2013; Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, 2013; Museu de Arte Moderna de São Paulo, 2012; Hara Museum, Tokyo, 2007; Fondation Cartier pour l’art contemporain, Paris, 2005 ; Centro Cultural de Belém, Lisboa, 2005 e Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro e Brasília, 2001. Participou de diversas bienais como Coimbra, 2015, Bienal do Mercosul, 1997, 2005 e 2015, Istambul, 2011, Bucareste, 2008, Liverpool, 1999 e 2006, SITE Santa Fé, 2004, Sidney 2001 e São Paulo, 1994 e 1998, entre outras. Um pavilhão permanente dedicado à sua obra pode ser visto no Instituto Inhotim, em Minas Gerais. Adriana Varejão recebeu o Prêmio Mario Pedrosa (artista de linguagem contemporânea), da Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA) e o Grande Prêmio da Crítica, da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), pela exposição "Histórias às margens", realizada em 2012/13 no MAM SP, MAM Rio e MALBA.

 

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