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Fabio Miguez
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Fabio Miguez

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  • "Onde" | 2006 | Galeria Millan, São Paulo, SP
  • “Temas” | 2008 | Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, SP. Foto: Sérgio Guerini “Temas” | 2008 | Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, SP. Foto: Sérgio Guerini
  • “Placas” | 2011 | Galeria Marilia Razuk, São Paulo, SP | Foto: Sérgio Guerini “Placas” | 2011 | Galeria Marilia Razuk, São Paulo, SP | Foto: Sérgio Guerini
  • “Paisagem Zero” | 2012 | Centro Maria Antonia, São Paulo, SP | Foto: Sérgio Guerini “Paisagem Zero” | 2012 | Centro Maria Antonia, São Paulo, SP | Foto: Sérgio Guerini
“Paisagem Zero” | 2012 | Centro Maria Antonia, São Paulo, SP | Foto: Sérgio Guerini

Fabio Miguez

2 Iten(s)

   

  1. "Três Eclipses "

    Fabio Miguez

    Saindo da pintura com matéria espessa e passando pela pintura expandida com intervenções nas telas, Fabio Miguez cria em seus trabalhos tridimensionais campos com diferentes cores e materiais que se movem, fazendo com que o espectador interaja com a obra e crie diferentes composições.  Em "Três Eclipses", palavras de poemas do pernambucano João Cabral de Melo Neto são postas sobre chapas móveis de acrílico que em uma posição específica formam um eclipse. As chapas juntam-se com madeiras pintadas de diferentes cores, que, hora são fixas, hora são móv...

    Disponibilidade: Em estoque

    • Escultura
    • Data 2016
    • Técnica madeira e acrílico
    • Dimensões (A x L x P) 26 x 26 x 20 cm
    • Edição 20 + 5PA
    R$ 12.000,00
  2. "Um segundo"

    Fabio Miguez

    A obra de Fabio Miguez, feita com exclusividade para a Carbono Galeria é feita em acrílico e as lâminas que a compõem podem ser trocadas de lugar formando novas composições, que são espécies de pequenas vistas arquitetônicas. As duplas de palavras “uma natureza”, “um sentido” e “um segundo” dão o tom da proposta.

    Disponibilidade: Sem estoque

    • Escultura
    • Data 2013
    • Técnica impressão serigráfica s/ acrílico
    • Dimensões (A x L x P) 23 x 28 x 12 cm
    • Edição 20
    EDIÇÃO ESGOTADA

Fabio Miguez

2 Iten(s)

   

São Paulo (SP), 1962 | Vive e trabalha em São Paulo (SP), Brasil.

Fábio Marques Miguez iniciou o curso de arquitetura na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo - FAU/USP em 1980. Nos dois anos seguintes, estudou gravura em metal com o artista Sérgio Fingermann. Entre 1983 e 1985, integrou o ateliê Casa 7, juntamente com Carlito Carvalhosa, Nuno Ramos, Paulo Monteiro e Rodrigo Andrade. No início, sua obra foi realizada em grandes formatos que apresentavam pinceladas amplas, cores fortes e fatura expressiva. A partir da metade dos anos 90, Fabio passou a realizar telas abstratas carregadas de matéria pictórica, que tendem ao monocromatismo do cinza, marrom ou branco. Paralelamente, o artista se dedica à fotografia.

Na opinião do historiador da arte Rodrigo Naves, a produção de Miguez revela afinidade com a do artista holandês Bram van Velde, “com suas áreas de cor matissianamente alegres e estrutura disforme e ameaçadora”, além do diálogo com obras de Jorge Guinle.

A partir de 2001, Fabio passou a apresentar formas geométricas juntamente com as pinturas. Essas formas parecem flutuar em um plano acima daquele das manchas cromáticas, dando a sensação de espacialidade, e explorando o espaço pictórico. Em algumas obras, empregou elementos de madeira colados aos quadros, que reforçaram a ideia da solidez dos elementos geométricos, em oposição a áreas onde as tintas são mais fluidas e a fatura mais rala e transparente.

Nos últimos anos, Miguez vem desenvolvendo trabalhos de formulação tridimensional, como a instalação "Onde", de 2006; o objeto "Ping pong", de 2008; e a série "Valises" produzida desde 2007, que expandem seu campo de pesquisa — a pintura. Sua formação em arquitetura traz uma influência construtiva, que alia-se a investigações sobre a escala, a matéria e a figuração. Miguez lida com formas modulares, submetendo-as a um raciocínio combinatório, repetindo-as, e variando sua posição ao passo em que lhes opera inversões e espelhamentos. Nos seus trabalhos, a lógica espacial, que antes disso resolvia-se no plano e na profundidade da pintura, se expande na mente daquele que contempla essas pinturas, no irresistível pensamento sobre os desdobramentos possíveis.

Em seu trabalho, nada está ali por acaso. O desenho, a forma, a cor, o texto, o título, tudo é preciso e em tudo estão contidas faíscas de leitura e reflexão para o espectador.

Fabio Miguez participou da Bienal Internacional de São Paulo em 1985 e 1989; a 2ª Bienal de Havana em 1986; a 3ª Bienal Internacional de Pintura de Cuenca, no Equador em 1991; e a 5ª Bienal do Mercosul em Porto Alegre, em 2005. Além de mostras retrospectivas como Bienal Brasil Século XX em 1994 e 30x Bienal em 2013, ambas promovidas pela Fundação Bienal de São Paulo. Fabio teve exposições individuais como: "Paisagem zero", no Centro Universitário Maria Antonia, em 2012; "Temas e variações", no Instituto Tomie Ohtake, em 2008 e na Pinacoteca do Estado de São Paulo em 2003, acompanhada da publicação de um livro sobre sua obra; entre outras. Recentemente, contou com algumas individuais: "Atalhos", em 2016, na Galeria Nara Roesler no Rio de Janeiro; "Fragmentos do Real (Atalhos)", no Instituto Figueiredo Ferraz, Ribeirão Preto e na Galeria Nara Roesler, São Paulo, em 2018.

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