Wishlist
R$ 0,00
(0) item(s)

Você não tem itens no seu carrinho de compras.

felippe-moraes
Felippe Moraes

Produto adicionado no carrinho x

Felippe Moraes

Felippe Moraes

Felippe Moraes

  • 2016 | Permanente - Caminho Niemeyer - Monumento ao Horizonte 2016 | Permanente - Caminho Niemeyer - Monumento ao Horizonte
  • 2018 | Caixa Cultural de Fortaleza - Imensurável (curadoria de Alexandre Sá) 2018 | Caixa Cultural de Fortaleza - Imensurável (curadoria de Alexandre Sá)
  • 2019 | Centro Cultural FIESP - Solfejo (curadoria de Julia Lima) 2019 | Centro Cultural FIESP - Solfejo (curadoria de Julia Lima)
  • 2019 | Centro Cultural FIESP - Solfejo (curadoria de Julia Lima) 2019 | Centro Cultural FIESP - Solfejo (curadoria de Julia Lima)
  • 2021 | Biblioteca Mario de Andrade SP - Samba da Luz 2021 | Biblioteca Mario de Andrade SP - Samba da Luz
  • 2021 | Edifício Mirante do Vale - Samba Exaltação 2021 | Edifício Mirante do Vale - Samba Exaltação
  • 2021 | Estação da Luz - Samba de Luz 3 2021 | Estação da Luz - Samba de Luz 3
2021 | Estação da Luz - Samba de Luz 3

Felippe Moraes

1 Iten(s)

   

  1. "Não deixe o samba morrer"

    Felippe Moraes

    A obra faz parte da terceira Edição do Colecionador, uma colaboração entre a colecionadora Bia Yunes Guarita e o artista: No ano do Carnaval ausente, em que as ruas não puderam ser tomadas por corpos e desejo, o objeto “Não deixe o samba morrer” (2021) é criado como um relicário da memória do samba. Ao mesmo tempo que guarda sua evocação, a escultura demanda a ação do interagente para que a música se faça presente. Ao tocar as sete teclas da marimba com a baqueta de ponta vermelha, é emanada a melodia da canção homônima de Eds...

    Disponibilidade: Em estoque

    • Escultura
    • Data 2021
    • Técnica madeira, alumínio, resina, aço e gravação a laser
    • Dimensões (A x L x P) 62,6 x 35,8 x 24,4 cm
    • Edição 12 + 4PA
    R$ 12.000,00

Felippe Moraes

1 Iten(s)

   

1988, Rio de Janeiro, Brasil | Vive e trabalha entre São Paulo e Rio de Janeiro, Brasil.

 

Atualmente é doutorando pela Universidade de Coimbra em Portugal e mestre pela University of Northampton no Reino Unido. Sua pesquisa está voltada para a epistemologia da razão e suas relações com espiritualidade, mitologia e ancestralidade como possibilidades de reencantamento do mundo.

Seus principais projetos individuais são Samba da Luz (2021), projeto de intervenção pública da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo na Biblioteca Mário de Andrade e na Estação da Luz, Samba Exaltação (2021), série de quatro néons públicos no Edifício Mirante do Vale em São Paulo, Figa (2020) na Vila Itororó em São Paulo como parte do 28º Festival MixBrasil e Eledá (2020), mostra online realizada por meio do Itaú Cultural e Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro. Em 2019 realizou Solfejo, com curadoria de Julia Lima no Centro Cultural FIESP em São Paulo e LUZIA no Museu da Ciência da Universidade de Coimbra em Portugal. Anteriormente apresentou as mostras individuais Imensurável (2018), com curadoria de Alexandre Sá na Caixa Cultural Fortaleza; Proporción [Proporção] (2018) no Espacio de Arte Contemporáneo (EAC) em Montevidéu; Cosmografia (2017) e Ordem (2014), ambas na Baró Galeria em São Paulo e Progressão (2016) com texto de Michelle Sommer no MAC-Niterói.


Nos primeiros anos de carreira realizou Matter [Matéria] (2012) na MK Gallery no Reino Unido e Construção (2011) na Temporada de Projetos do Paço das Artes em São Paulo. Foi premiado por instituições como Itaú Cultural, Instituto Tomie Ohtake e Funarte e sua obra está em importante coleções como do MAM-SP, MACRS, MAC-Niterói e CCSP. É autor das obras públicas Monumento ao Horizonte (2016) em Niterói e Monumento a Euclides (2017) na Romênia.

TOPO