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Dora Smék e Paul Setúbal

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Dora Smék e Paul Setúbal

Dora Smék e Paul Setúbal

Dora Smék e Paul Setúbal

  • Paul Setúbal - 36º Panorama da Arte Brasileira - Sertão | 2019 | Museu de Arte Moderna - São Paulo | foto: Cortesia Casa Triângulo Paul Setúbal - 36º Panorama da Arte Brasileira - Sertão | 2019 | Museu de Arte Moderna - São Paulo | foto: Cortesia Casa Triângulo
  • Paul Setúbal - Bronze, Couro, Ouro, Sangue | 2021 | Casa Triângulo, São Paulo | foto: Filipe Berndt Paul Setúbal - Bronze, Couro, Ouro, Sangue | 2021 | Casa Triângulo, São Paulo | foto: Filipe Berndt
  • Dora Smék - Bienal do Mercosul | 2022 | foto: Thiéle Elissa Dora Smék - Bienal do Mercosul | 2022 | foto: Thiéle Elissa
  • Dora Smék e Paul Setúbal | Opositores | 2022 | Central Galeria, São Paulo Dora Smék e Paul Setúbal | Opositores | 2022 | Central Galeria, São Paulo
Dora Smék e Paul Setúbal | Opositores | 2022 | Central Galeria, São Paulo

Dora Smék e Paul Setúbal

1 Iten(s)

   

  1. "Derivantes"

    Dora Smék e Paul Setúbal

    "Derivantes" parte da simbologia do Ouroboros, a serpente que engole o próprio rabo, nos lembrando do eterno retorno, do recomeço, dos ciclos da vida ou da grandeza do infinito. No trabalho, a imagem sempre aparece incompleta com uma das peças na posição errada, como se derivasse para outra direção, promovendo uma ruptura imposta ao eterno retorno. Embora a busca pela perfeição nos guie, errar faz parte da nossa natureza. "Derivante" busca explicitar o erro como virtude humana. A escultura é composta por 4 peças em bronze polido, soldadas na parte de trás, mantendo um espa&cc...

    Disponibilidade: Sem estoque

    • Escultura
    • Data 2022
    • Técnica bronze
    • Dimensões (A x L x P) 29,5 x 29,5 x 1,5 cm
    • Edição 12
    EDIÇÃO ESGOTADA

Dora Smék e Paul Setúbal

1 Iten(s)

   

DORA SMÉK 

1987, Campinas, Brasil | Vive e trabalha em São Paulo, Brasil.

 

O trabalho de Dora Smék compreende uma investigação acerca do corpo em situações de oposição, movimento, tensão e fluxo. Oriunda da dança, a artista aborda o inconsciente e a sexualidade em esculturas, instalações, fotografias, vídeos e performances nos quais o corpo – em especial, o corpo feminino – revela-se apenas através de seus fragmentos. 

Graduou-se em Artes do Corpo na PUC-SP (São Paulo, 2011) e fez Mestrado em Artes Visuais na Unicamp (Campinas, 2019). 

Dentre suas exposições, destacam-se: Opositores, em colaboração com Paul Setúbal, Central Galeria (São Paulo, 2022); e A dança do corpo sem cabeça, Central Galeria (São Paulo, 2021). Suas coletivas incluem: 13ª Bienal do Mercosul (Porto Alegre, 2022); Arte em Campo, Estádio do Pacaembu (São Paulo, 2020); No presente a vida (é) política, Central Galeria (São Paulo, 2020); Arte Londrina 8 (Londrina, 2020); Hinter dem Horizont, Reiners Contemporary Art/Sammlung Jakob (Freiburg, Alemanha, 2020); Cuerpos Atravesados, Reiners Contemporary Art (Marbella, Espanha, 2020); Mulheres na Arte Brasileira: Entre Dois Vértices, CCSP (São Paulo, 2019); 47. Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilotto (Santo André, 2019); 13. Verbo, Galeria Vermelho (São Paulo, 2017), entre outras. Sua obra está presente em coleções públicas como o Museu de Arte do Rio (Rio de Janeiro) e o Museu Nacional de Belas Artes (Rio de Janeiro), entre outras

 

 

PAUL SETÚBAL 

1987, Aparecida de Goiânia, Brasil | Vive e trabalha em São Paulo, Brasil

 

Paul Setúbal explora os diferentes aspectos e forças do corpo humano e sua condição como uma fisicalidade no mundo. Ao longo de sua produção fica clara a importância da presença de uma obra que se assemelhe à materialidade dos acontecimentos e dos objetos que nos cercam. As peças de Paul refletem sobre a impermanência da vida, do corpo e como isso nos transforma e afeta como parte do mundo. O artista também trabalha com símbolos representados em suas obras pelas lentes da cultura e religiões brasileiras.

Exposições individuais selecionadas: A Grande Peleja, curadoria de Isabel Portella, Galeria do Lago – Museu da República, Rio de Janeiro, Brasil (2022); Trono sem rei, C. Galeria, Rio de Janeiro, Brasil (2022); Bronze, Couro, Ouro, Sangue, Casa Triângulo, São Paulo, Brasil (2021); Corpo Fechado, C. Galeria, Rio de Janeiro, Brasil (2018); Dano e Excesso, Andrea Rehder Arte Contemporânea, São Paulo, Brasil (2016); e Aviso de Incêndio, Elefante Centro Cultural, Brasília, Brasil (2015). 

Coleções públicas: Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro, Brasil; Museu de Arte de Brasília, Goiânia, Brasil; Museu de Arte Contemporânea, Goiânia, Brasil e Fundação Romulo Maiorana, Belém, Brasil; Fundação Romulo Maiorana, Belém, Brasil.

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