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Rochelle Costi
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Rochelle Costi

Rochelle Costi

Rochelle Costi

  • "Desvios" | 2008 | Celma Albuquerque Galeria de Arte, Rio de Janeiro, RJ
  • "Residência" | 2010 | 29a Bienal de São Paulo, SP
  • "Ex-passado" | 2019 | Pop Center, Porto Alegre, RS
  • Obra Obra "Negócios à parte" | 2017 | Exposição "Avenida Paulista", MASP, São Paulo, SP
Obra

Rochelle Costi

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  1. "Esplanada"

    Rochelle Costi

    "Esplanada" é uma colagem construída a partir de duas imagens: a imagem de fundo é proveniente de um kit de slides educativos de Geografia do Brasil, na qual já podemos visualizar a construção da Esplanada dos Ministérios em Brasília; a figura que a sobrepõe faz parte de um manual de primeiros socorros inglês de 1950. A ideia surgiu a partir da observação da artista sobre o excesso de informação a que somos submetidos atualmente e nossa capacidade de aprendizado através de maneiras diversas. Rochelle usa, então, as colagens como instrumentos de associaç...

    Disponibilidade: Em estoque

    • Fotografia
    • Data 2014
    • Técnica c-print em metacrilato
    • Dimensões (A x L x P) 41 x 58 x 3 cm
    • Edição 20
    R$ 8.000,00

Rochelle Costi

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Caxias do Sul (RS), 1961 | Vive e trabalha em São Paulo (SP), Brasil.

Rochelle Costi é uma artista que trabalha com fotografia, vídeo e instalação. Sua concepção de fotografia como forma de colecionar é refletida diretamente em seu trabalho, geralmente organizado em séries. 

A artista mistura fotografias com outras formas de expressão artística e muitas vezes as leva para a instalação. Trabalha com escalas diferentes e as confronta em suas imagens. Joga com pontos de vista causando certo estranhamento e desconforto, sensações que nos prendem em suas imagens e nos fazem refletir sobre elas. Impossível vê-las, é preciso olhá-las.

Utiliza-se da observação do cotidiano como ponto de partida para muitos projetos. A percepção do espectador é ativada pelo estranhamento e /ou pela identificação com os elementos apresentados.

Ressignificar o improviso e a informalidade populares, potencializando a percepção das relações público / privadas através da pesquisa no contexto urbano se faz presente em toda sua trajetória como em "Quartos – São Paulo", XXIIV Bienal de São Paulo,1998; "Pratos típicos", Arte Cidade II, 1987; "Dinâmica comum", Instituto Tomie Ohtake, 2005, entre outros.

Destacam-se as exposições realizadas no Museu de Arte Moderna de São Paulo, no Centro Cultural São Paulo, no Museu da Imagem e do Som (São Paulo), no Espaço Cultural Casa da Ribeira, Sala Petrobrás Artes Visuais (Natal), no Paço Imperial (Rio de Janeiro), nas 24ª e 29ª  Bienal Internacional de São Paulo, na 11th International Architecture Exhibition (Veneza), na I Bienal del Fin del Mundo (Ushuaia), na Pinacoteca do Estado de São Paulo, na Neuer Berliner Kunstverein (Berlim), no Centre de la Vieille Charité (Marselha), no Walker Art Center (Minneapolis), no El Museu del Barrio (Nova York), no Centro de Arte Reina Sofia (Madri), nas 6ª e 7ª  Bienal de La Habana, na Fundación La Caixa (Barcelona). 

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