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Genilson Soares
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Genilson Soares

Genilson Soares

Genilson Soares

  • "Ponto de Vista" | 1973 | Instalação na Bienal de São Paulo, SP

Genilson Soares

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  1. "Sem título"

    Genilson Soares

    A obra de Genilson Soares é marcada pela ilusão espacial . Em “Sem título”, o espaços é criado não somente pelo volume tridimensional fisicamente palpável, mas pela união dos objetos e do rebatimento de suas sombras e de seu desenho. A edição vem acompanhada de certificado de autenticidade numerado e assinado.

    Disponibilidade: Em estoque

    • Instalação
    • Data 2014
    • Técnica adesivos sobre parede e madeira e barra de aço inox polido
    • Dimensões (A x L x P) 220 x 77 x 40 cm
    • Edição 15
    R$ 10.000,00

Genilson Soares

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João Pessoa (PB), 1940 | Vive e trabalha em São Paulo (SP), Brasil.

Iniciando sua carreira como artista durante os anos 1970, Soares trabalha principalmente com fotografias, instalações e performances. Participou do grupo Arte/Ação, que investigava possíveis desdobramentos para a arte conceitual. Sua pesquisa mais recente estabelece relações com o espaço e a perspectiva, muitas vezes criando distorções e ilusões de ótica. Exibiu suas obras em seis edições da Bienal Internacional de São Paulo, no Städtische Kunsthalle München e no Bronx Museum, entre outros. Seu trabalho faz parte da coleção do Museu de Arte Contemporânea (MAC) da USP, do Museu de Arte Moderna (MAM) de São Paulo e ganhou prêmios como o do 16º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP.

Pontos de vista, obra de 1973 apresentada na Bienal de São Paulo, foi emblemática na carreira de Genilson. O trabalho, fruto da parceria estabelecida com Lydia Okumura e Francisco Iñarra que formavam a "Equipe Três", ocupava os cantos do prédio de Niemeyer de forma a se integrar com a arquitetura modernista. Depois, formando o duo Arte/Ação com Iñarra, Soares iria desenvolver intervenções sob o mote “documentar é expressar”. Os artistas agiam clandestinamente, principalmente em museus e as fotografias destas intervenções efêmeras tornavam-se o testemunho da obra.

Segundo Aracy Amaral, “Manipulador de espaços, que se convertiam em ilusórios, em particular quando fotografados em dubiedade intrigante, Genilson atua em articulação muito próxima com a de projetos arquitetônicos, em valorização do desenho como traço definidor de áreas especiais, a cor comparecendo como complemento pálido em relevos que hoje realiza tendo o muro como suporte, ou em objetos aos quais já incorpora materiais diversos como a madeira, o eucatex e o cobre. E nessa apresentação sobre o muro mantém-se coerente na relação de suas criações com o meio ambiente".

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