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Travessias 3 | 2014 | Galpão Bela Maré, Rio de Janeiro, Brasil | foto: Gabi Carrera

Barrão

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  1. "Trinca Trio"

    Barrão

    A obra faz parte da 4ª Edição do Colecionador, uma colaboração entre os colecionadores Mara e Marcio Fainzliber e o artista. “Esse trabalho remonta à ideia de parentesco entre as coisas da nossa natureza, como no fundo todas as coisas estão muito ligadas e dependem umas das outras, se completam” conta Barrão. Em uma leitura poética e lúdica, Barrão criou uma composição que remete à uma revoada de pássaros que teriam se integrado uns aos outros e ao seu habitat natural. "Essas adaptações acontecem na natureza de forma muito lenta, são...

    Disponibilidade: Em estoque

    • Escultura
    • Data 2023
    • Técnica bronze
    • Dimensões (A x L x P) 37 x 21 x 15 cm
    • Edição 15 + 4PA
    R$ 18.000,00

Barrão

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1959, Rio de Janeiro, Brasil | Vive e trabalha no Rio de Janeiro, Brasil

A obra de Barrão surge nos anos 1980 feita da apropriação inventiva de objetos cotidianos. O artista inverte o sentido primeiro dos objetos, sempre com humor, ironia e poesia.

Um dos principais focos de seu trabalho são as esculturas realizadas com peças de cerâmica e porcelanas vitrificadas de origens diversas que o artista vem colecionando ao longo dos anos. Fragmentos de pratos, xícaras, vasos e bichos são compostos numa engenhosa configuração inteiramente manual, formando novos seres híbridos, resignificando esses objetos com graça e imprevisibilidade.

Entre 1983 e 1991, integrou o grupo ”6 mãos” com Ricardo Basbaum e Alexandre Dacosta, desenvolvendo atividades com videos, performances e objetos. Em 1995, fundou o grupo "Chelpa Ferro", junto com Luiz Zerbini e Sergio Mekler. Até hoje ativo, este coletivo mergulha em experiências sonoro-visuais e participa de exposições e performances em museus, espaços culturais e festivais.

Barrão conta com diversas exposições individuais e coletivas em seu currículo. Realiza a primeira individual ,”Televisões”, em 1984, na Galeria Contemporânea. No mesmo ano, participa da exposição “Como vai você, geração 80?” realizada na Escola de Artes do Parque Lage, no Rio de Janeiro. Em 1990, recebe o premio “Brasília de Artes Plásticas”.

Em 2010, participou do projeto "Próximo Futuro" na Fundação Calouste Gulbenkian, em Portugal. Em 2012, suas obras foram expostas na Galeria Fortes Vilaça, em São Paulo, e no Aldrich Museum, nos Estados Unidos, com o projeto “Chelpa Ferro”. Em 2022, apresentou “FALA COISA”, um diálogo entre trabalhos inéditos de Barrão e Josh Callaghan, artista americano, na Carpintaria (RJ).

Barrão possui obras em importantes coleções públicas, como a Pinacoteca do Estado de São Paulo e o MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo.

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