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Jimson Vilela
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Jimson Vilela

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  • “Adaptável ao espaço que as palavras ocupam” | 2011-2016 | Instalação no Centro Cultural São Paulo, SP “Adaptável ao espaço que as palavras ocupam” | 2011-2016 | Instalação no Centro Cultural São Paulo, SP
  • "Longe dos Olhos" | 2019 | Galeria Simone Cadinelli, Rio de Janeiro, RJ

Jimson Vilela

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  1. "Aula de arquitetura n.1"

    Jimson Vilela

    Em sua primeira individual, que foi exposta na Galeria Virgilio, em  agosto de 2015, Jimson constrói situações onde não há linearidade, sequência, narrativa e lugar. Instalações, objetos e trabalhos bidimensionais são os principais meios usados por Jimson Vilela. Em "Aula de arquitetura n.1", os pontos de sustentação da obra são os livros, objeto que tem sido agente principal para a produção do artista nos ultimos anos. O livro, sendo uma extensão do pensamento e da imaginação, está em branco e percorre um caminho não linear, personi...

    Disponibilidade: Em estoque

    • Escultura
    • Data 2013
    • Técnica papel e tecido
    • Dimensões (A x L x P) 20 x 60 x 60 cm
    • Edição 10
    R$ 4.000,00

Jimson Vilela

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Rio de Janeiro (RJ), 1987 | Vive e trabalha em São Paulo (SP), Brasil. 

 

Doutorando em Poéticas Visuais (ECA/USP, 2020), Mestre em Poéticas Visuais (ECA/USP, 2015) e Bacharel em Artes Visuais (IART/UERJ, 2010). 

Atua como artista visual desde 2008, entre suas principais exposições destacam-se as individuais "Adaptável ao espaço que as palavras ocupam" (Centro Cultural São Paulo, 2015), "Sintomas e Efeitos Secundários da Sintonia" (Casa Modernista, 2013) e "Cambio" (Nuevo Museo Energía Arte Contemporáneo, 2012) e; as coletivas "Retrospectiva - 25 anos Programa de Exposições CCSP" (Centro Cultural São Paulo, 2015), "Convite à viagem" (Rumos Itaú Cultural, 2012 e 2013), e "6ª e 7ª Bienal Internacional da Bolívia" (SIART, 2009 e 2011). 

Possui trabalhos em coleções públicas como MAC Niterói, MAM-RJ e Pinacoteca do Estado de São Paulo. 

No Brasil foi premiado com a Bolsa Funarte de Estímulo à Produção em Artes Visuais (2012), Prêmio Honra ao Mérito Arte e Patrimônio do IPHAN/Centro Cultural Paço Imperial/MinC (2013), o Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça - 6ª Edição (2013), Prêmio Aquisição Centro Cultural São Paulo (2014), Prêmio ProAC Artes Visuais do Estado de São Paulo (2014 e 2017) e Prêmio Estímulo à Jovens Artistas do 22º Cultura Inglesa Festival (2018).

Segundo Felipe Scovino, “Em um mundo regido pelo excesso, a obra de Jimson Vilela corre contra este fato. Mesmo quando ela investe em uma espécie de inchaço (como em Névoa, 2012-13), o artista recorre a um repertório que se caracteriza pela suavidade e delicadeza. Dois fios parecem tecer a exposição simultaneamente: um processo de desaparição ou invisibilidade da imagem e outro de uma cegueira que se anuncia lentamente.”

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