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Marcia de Moraes
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Marcia de Moraes

Marcia de Moraes

Marcia de Moraes

  • "Corpo Duplo" | 2012 | Galeria Leme, São Paulo, SP | Foto: Ding Musa
  • "Cheio de Vazio" | 2014 | Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, SP | Foto: Ding Musa
  • "Os fósseis ou as laranjas" | 2016 | Oficina Cultural Oswald de Andrade, São Paulo, SP | Foto: Ding Musa
  • "História do olho" | 2018 | Oficina Cultural Oswald de Andrade, São Paulo, SP | Foto: Filipe Berndt

Marcia de Moraes

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  1. "Línguas verde, pink e bordô"

    Marcia de Moraes

    Marcia de Moraes é conhecida por seus desenhos e colagens feitos em grafite e lápis de cor. Nas tapeçarias, criadas especialmente para a Carbono Galeria, percebe-se que o vocabulário imagético da artista - línguas, galhos, círculos abertos, ovários, osso, cordões, etc - continua presente, porém transposto para a linguagem têxtil. Em um processo artesanal, feito por um time de tecelãs que mistura a fatura em máquinas de costura especializadas e acabamentos manuais, cada peça é única em uma série de 20 + 3 PAs. Em todas as tapeçarias é mantida a mesma imagem, porém as cores não se repetem, tal qual o modus operandi da artista em seus desenhos e colagens, cujas combi...

    Disponibilidade: Em estoque

    • Instalação
    • Data 2019
    • Técnica tapeçaria
    • Dimensões (A x L x P) 154 x 130 x 1 cm
    • Edição 20 + 3PA
    R$ 22.000,00

Marcia de Moraes

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São Carlos (SP), 1981 | Vive e trabalha em São Paulo (SP), Brasil.

Marcia de Moraes busca na abstração do traço e no preenchimento com lápis de cor o endereço poético para suas criações. Sua obra tem a coesão dos procedimentos que emprega; primeiro se dedica ao esboço dos traços feitos com grafite, fluidos e ágeis, para depois preencher com cores intensas as possibilidades delineadas ­— sem repetir formas ou combinações cromáticas. Seu trabalho é um turbilhão visual em constante transformação, com matizes únicas e traços expressivos. Suas obras articulam-se em dípticos e polípticos nos quais os traços e cores atravessam os limites do papel, por vezes encontrando continuações óbvias e por ora encontrando elementos díspares. Nas ocasiões em que a artista não se satisfaz apenas com o plano bidimensional ela o corta, fragmenta e o remonta criando uma nova dinâmica entre as partes. Nessas colagens, os pequenos desenhos redimensionados pela cisão, quando remontados num jogo de encontros improváveis em diferentes planos, ganham uma tridimensionalidade inesperada. Tal exploração tridimensional culminou em sua recente pesquisa em esculturas feitas em cerâmica esmaltada, nas quais está presente o vocabulário imagético que vem desenvolvendo há dez anos em seus desenhos e colagens: línguas, dentes, ovos, cordões umbilicais, estruturas cilíndricas e circulares, ossos, caules, caudas, entre outros.

Marcia de Moraes é Bacharel e Mestre em Artes pela Unicamp. Dentre suas exposições individuais destacam-se: "História do Olho", Galeria Leme, São Paulo (2018); "O Sopro", Centro de Arte Contemporânea W, Ribeirão Preto, Brasil (2018); "Os fósseis ou as laranjas", Oficina Cultural Oswald de Andrade, São Paulo (2016); "Elaine Arruda e Marcia de Moraes: Cheio de Vazio", Instituto Tomie Ohtake, São Paulo (2014); "À Deriva no Azul", Carpe Diem Arte e Pesquisa, Lisboa, (2011); "Saint Clair Cemin / Marcia de Moraes: Correspondance Bresiliènne", VL Contemporary, Paris, França (2011);  "Marcia de Moraes", Centro Universitário Maria Antonia, USP, São Paulo (2009-2010).

Dentre as coletivas, destacam-se: "Studiolo XXI – desenho e afinidades", Fundação Eugénio de Almeida, Évora, Portugal (2019), "Intercâmbios / Tempos Cruzados", SESC Quitandinha, Petrópolis, Brasil (2018); "Acervo MARP- Aquisições Recentes", Museu de Arte de Ribeirão Preto, (2018); "Library of Love", Contemporary Arts Center, Cincinnati, EUA (2017). A artista já fez três residências artísticas: em 2010 foi residente em La Cour Dieu em La-Roche-en-Brenil, França; em 2011 esteve no Carpe Diem Arte e Pesquisa em Lisboa e em 2013 recebeu uma bolsa do Ministério das Relações Exteriores do Brasil para fazer uma residência na Fundación Ace em Buenos Aires, Argentina. Em 2011 ganhou o Prêmio Funarte de Arte Contemporânea, São Paulo. Em 2016, foi contemplada com o Pollock-Krasner Foundation Grant, Nova York, EUA. Teve um livro sobre sua obra publicado pela editora Cobogó, Rio de Janeiro, em 2017. Atualmente prepara sua próxima exposição individual "A terceira", que acontecerá no Centro Cultural Banco do Brasil, São Paulo, em 2020. 

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