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  • Willys de Castro, Sem título Willys de Castro, Sem título

Willys de Castro +

"Sem título" (cód. 043)

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  • Gravura
  • Data 1961/1962
  • Técnica serigrafia sobre papel recortado
  • Dimensões ( A x L) 51 x 36 cm
  • Edição 300

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Esta obra do Willys De Castro é uma reprodução serigráfica de Estudo para Objeto Ativo, 1961/62 - executada com autorização da família do artista - é um exemplar de tiragem especial post mortem com uma edição de 300, desenvolvido segundo orientação de estudo deixado pelo artista feito em aquarela, nanquim e grafite sobre papel quadriculado. O original da obra pertence ao Fundo Arquivístico Willys de Castro, Acervo Instituto de Arte Contemporânea/ IAC. 100% da renda é revertida para o IAC. A obra é enviada sem moldura. Vem acompanhada de certificado de autenticidade assinado pelo Instituto de Arte Contemporânea. Moldura não inclusa no valor de venda.

Mais obras deste artista

Willys de Castro

Uberlândia (MG), 1926 | São Paulo (SP), 1988

Importante representante dos movimentos Concreto e Neoconcreto, nas décadas de 1950 e 1960, Willys de Castro foi pintor, gravador, desenhista, cenógrafo, figurinista, artista gráfico. Participou de importantes mostras como a 4ª, 6ª e 24ª Bienais de São Paulo, a 1ª Exposição de Arte Neoconcreta, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, a 2ª Bienal dos Jovens, no Musée d´Art Moderne de La Ville de Paris, entre outras.  Além disso, suas obras integram acervos como da Coleção Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, a Coleção Museu de Arte Moderna de São Paulo e a coleção do Gabinete de Arte Raquel Arnaud.

Trabalhou com elementos geométricos e cores de forma a explorar o volume no plano bidimensional. Seus questionamentos sobre o plano como espaço da criação o levaram a criar os "Objetos Ativos", objetos tridimensionais, nos quais o artista também tensiona cores, formas e espaço, e décadas depois, os "Pluriobjetos", em que passou a utilizar diferentes materiais e explorar o movimento."

Como aponta Maria Alice Milliet: "Enquanto o esgotamento das potencialidades reais e virtuais do plano leva Clark e Oiticica ao abandono definitivo da pintura, Hércules Barsotti jamais deixa de pintar, enquanto Willys de Castro se detém por muito tempo numa zona limítrofe entre o quadro e o objeto. Conhecedor das questões inerentes à pintura, dedica-se como faria um agente duplo a explorar minuciosamente os vários lados do problema. Ciente de que um acontecimento visual mesmo restrito ao plano nunca se esgota numa única leitura, usa de interferências mínimas para induzir o olhar a percorrer a superfície de uma borda a outra, percebendo falhas e deslizamentos, para assim remontar gestalticamente a composição. Através de pequenas aberturas e amplos vazamentos, sugere a continuidade da pintura para além do retângulo do quadro. O transbordamento da tinta para a lateral do suporte e daí para seu verso, um giro de 180 graus, força e resgate da espessura, dada essencial ao volume: na lâmina perpendicular à parede, o que no quadro era lado passa a ser frente e verso desaparece. A ênfase na frontalidade do que na origem foi perfil acaba por reduzir o objeto a um sarrafo onde interferem pequenos recortes e deslocamentos. A pintura enfim desocupa o exíguo espaço e, contra a parede, restam feixes de madeira ou tiras de metal. Passo a passo, através de ações discretas e conseqüentes, Willys de Castro forma seu pensamento plástico, o que equipara sua obra, metodologicamente, a um trabalho de investigação".1

 

1. Mostra do Redescobrimento, 2000, São Paulo, SP. Arte moderna. São Paulo: Fundação Bienal de São Paulo: Associação Brasil 500 anos Artes Visuais, 2000. p.54.

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