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  • Marina Saleme, "Sábado" Marina Saleme, "Sábado"
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Marina Saleme +

"Sábado" (cód. 6389)

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  • Gravura
  • Data 2017
  • Técnica impressão digital em papel Hahnemühle 200g
  • Dimensões (A x L) 15 x 204 cm
  • Edição 35 + 5PA

DISPONIBILIDADE IMEDIATA

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A Carbono convidou artistas que gentilmente desenvolveram edições exclusivas e doaram para o projeto Américas Amigas. Temos uma enorme satisfação em contribuir com essa importante iniciativa, adquira uma edição e contribua também. Toda renda será destinada ao projeto.

Américas Amigas é uma Organização Não Governamental e Entidade Promotora dos Direitos Humanos que luta pela queda de mortalidade por câncer de mama no Brasil, beneficiando principalmente a população de baixa renda. As ações da associação englobam: doação de mamógrafos, doação de exames de mamografia, treinamento e capacitação de profissionais da área de câncer de mama e campanhas de conscientização e informação sobre a doença. De 2009 até o presente, a ONG Américas Amigas já doou 23 mamógrafos, beneficiando 13 estados brasileiros. Saiba mais aqui.

Nesta edição, Marina Saleme desenvolveu um livro-sanfona com 17 reproduções da série “Sábado”, pinturas feitas sobre uma mesma imagem, uma fotografia antiga da família. Pode ser exposta sobre a mesa ou em uma caixa-moldura de parede, onde todas as imagens podem ser vistas (a moldura não está inclusa na obra).

Acompanha certificado numerado e assinado pela artista.

Mais obras deste artista

Marina Saleme

São Paulo (SP),1958 | Vive e trabalha em São Paulo (SP), Brasil

Questões que versam sobre a existência e inexistência das coisas, suas presença e ausência permeiam as pinturas, gravuras e fotografias de Marina Saleme. Destacam-se as exposições individuais e coletivas no Museu de Arte Contemporânea de São Paulo, no Paço das Artes (São Paulo),  no Centro Universitário Maria Antônia (São Paulo), Paço Imperial (Rio de Janeiro), no  Palácio das Artes (Belo Horizonte), no Centre D´Art Contemporaine De Baie-Saint-Paul (Canadá), na Embaixada do Brasil na França (Paris), entre outras. Suas obras estão em coleções públicas e particulares de destaque como a Coleção Instituto Figueredo Ferraz (Ribeirão Preto), a Embaixada do Brasil em Roma, o Instituto Cultural Itaú. São Paulo, o Museu de Arte Moderna de São Paulo, a Pinacoteca do Estado de São Paulo. São Paulo.

Marina concluiu a licenciatura em Artes Plásticas na Fundação Armando Alvares Penteado em 1982 e desde então não parou de produzir. Podemos perceber que nos primeiros anos a artista trabalha mais com manchas tonais, sem referência à figura humana. Geralmente "Sem título", eles apontam formas compostas por linhas retas. No entanto, como afirma a artista: “Meus trabalhos nunca são totalmente abstratos”.

Já a partir da metade da década de 1990, sua produção passa a ganhar alusões a figuras como, pessoas, chuva, flores, nuvem, muitas indicadas nos próprios títulos. Na década seguinte, sua linha também se torna sinuosa, se curva desenhando arabescos que por vezes estão parcialmente encobertos por outras imagens e em outros momentos são evidenciados na camada mais superficial.

Seu processo é lento e reflexivo. Suas obras são realizadas em camadas, a superfície tratada diversas vezes até que ganha matéria, se adensa. A artista acrescenta, observa, questiona, faz desaparecer. O ato de apagar faz parte do processo de criação de Marina e pode ser relacionado com desaparecimento de coisas e pessoas no mundo. Dessa forma, a obra final é composta por um encadeamento de imagens com translucidez e opacidade, são imagens compostas de um constante jogo entre visível e invisível.

Como comenta Cauê Alves: “A narrativa que surge da trajetória de Marina Saleme não é uma narrativa com começo, meio e fim, com um desenrolar previsível; ao contrário, é a de uma historicidade interna e própria de seu trabalho. Cada obra abre caminho para a próxima porque retoma algo do anterior, algo que está literalmente ausente dela, que é percebido como falta e que será completado pelo novo trabalho. E o caminho para o próximo surge também do excesso de sentido de cada pintura, que é justamente a possibilidade de ela ser vista sob um ângulo não previsto, ou seja, como pura abertura.”

 

Galerias representantes

Galeria Luisa Strina, São Paulo

Destaques da carreira

Marina Saleme

  • "Liquid paper" | 2008 | Galeria Luisa Strina, São Paulo, SP
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