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Laura Vinci +

"roda mundo" (cód. 9117)

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  • Escultura
  • Data 2019
  • Técnica misturador eletrônico, latão, granada, vidro e água
  • Dimensões (A x L x P) 19 x 13 x 18 cm
  • Edição 20 + 3PA

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Na edição "roda mundo", Laura Vinci recria alquimicamente um redemoinho em um frasco de laboratório a partir da tensão entre um imã, colocado no recipiente preenchido com água, e um misturador eletrônico, embutido em uma caixa metálica. Em contraposição, há um terceiro elemento estático: uma pedra de granada em “X” também imersa, entretando, impondo seu peso.

Dessa resultante, na centrifugação da substância líquida a artista miniaturiza o fenômeno causado, em natureza, pelo encontro de massas de água quente com entornos frios. Para aquilo de mais artificial e deslocado de lugar e proporção, nos faz lembrar sobre a congruência entre o místico e o natural.

A edição acompanha certificado de autenticidade numerado e assinado pela artista. 

Confira aqui o vídeo da obra.

Mais obras deste artista

Laura Vinci

São Paulo (SP), 1962 | Vive e trabalha em São Paulo (SP), Brasil.

Iniciando sua produção nos anos 1980, Laura Vinci volta seu interesse ao espaço e suas configurações. Apesar de utilizar materiais diferentes ao longo de sua produção, estes materiais acabam se relacionando por suas características de cor, materialidade e fluência, ou por serem diferentes estados de uma mesma matéria, como mármore, pó e vidro, ou água, gelo e vapor.

Para a exposição "Arte/Cidade III", em 1997, Laura transforma um edifício em uma espécie de ampulheta, ao deixar o pó da decomposição do prédio escapar por um furo em sua laje, fazendo com que ele caísse de uma andar para o outro.

"Máquina do mundo", de 2005, ocupa uma sala do Inhotim com pó de mármore extremamente fino e uma espécie de máquina que engendraria esse sistema. Ainda utiliza mármore, maçãs e vidro em Ainda viva; e um piano e vapor em Choro. Todos estes trabalhos tratam da silenciosa passagem do tempo, um tema constante de sua obra que, ao lado de investigações sobre a natureza e os estados da matéria, sedimenta a pesquisa da artista.

A artista participou de importantes exposições coletivas e individuais, entre as quais se destacam a 26ª Bienal de São Paulo, as 2ª, 5ª e 7ª edições da Bienal do Mercosul e a 10ª Bienal Internacional de Cuenca. Recentemente, contou com importantes exposições: "The Naked Magician", Bonnierskonsthall, Estocolmo, Suécia (2014); "The Naked Magician", National Gallery of Denmark, Copenhagen, Dinamarca (2015); "H", Fundação Prada (Cisterna), Milão, Itália (2017); "Alfaiataria", Pinacoteca do Estado, São Paulo, Brasil (2018); "I hope this finds you well", Tanya Bonakdar Gallery, Nova York, EUA (2019); "Balé Literal", Galeria A Gentil Carioca, Rio de Janeiro, Brasil (2019). Sua obra integra coleções da Pinacoteca do Estado de São Paulo, Instituto Inhotim, Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, Museu de Arte Moderna MAM-SP e Palazzo delle Papesse, Itália.

De acordo com o crítico Paulo Sergio Duarte, “em contato com os seus trabalhos, experimentamos um tempo perdido, não o da memória proustiana, mas aquele que foi sequestrado pela vida contemporânea. Escultora, seu tempo adere à matéria mesmo que esta seja o vapor d’água”.

Galerias representantes

Galeria Nara Roesler, São Paulo

Destaques da carreira

Laura Vinci

  • Vistas da instalação Vistas da instalação "Clara-clara", no centro de São Paulo para o Edital Arte na Cidade em 2012. Esta obra também foi apresentada na em Melbourne, na Austrália e no Rio de Janeiro | Foto: Inês Bonduki.
  • A instalação A instalação "Mona Lisa", de 2001, é composta de bacias de vidro, água, tubos de cobre e resistências elétricas. A imagem mostra a obra instalada no Paço das Artes, em São Paulo.
  • A instalação A instalação "Máquina do mundo", de 2004, remete ao poema de Carlos Drummond de Andrade, que se refere à máquina como uma espécie de essência da sabedoria metafísica do mundo. (Coleção Inhotim)
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