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Lina Bo Bardi +

"Polochon" (cód. 8843)

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  • Escultura
  • Data 1985/2020
  • Técnica resina
  • Dimensões (A x L x P) 20,3 x 22,7 x 40 cm
  • Edição 35 + 6PA

DISPONÍVEL PARA ENVIO EM ATÉ 20 DIAS ÚTEIS

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Para celebrar os 35 anos do Polochon criado por Lina Bo Bardi, a Carbono Galeria e o Instituto Bardi têm o prazer de apresentar o lançamento da edição da obra em uma tiragem limitada de 35 exemplares, com escala reduzida e renda revertida para o Instituto.

“O Polochon (ou Porco-chon) é uma figura simpática de duas bundas. Descrito por Alfred Jarry em texto de 1885, foi colocado em cena pela primeira vez por Lina Bo Bardi, exatos cem anos depois. Integrava a cenografia da montagem brasileira de Ubu Rei (Ubu Roi), que a arquiteta criou a convite da companhia Teatro do Ornitorrinco. “ (Sol Camacho, Diretora Cultural - Instituto Bardi / Casa de Vidro)

A edição foi desenvolvida a partir de um escaneamento 3D do trabalho original (mantido até hoje na Casa de Vidro) e reproduzida em resina na escala 1: 4. A caixa de madeira que acompanha e acomoda a edição foi inspirada nos desenhos do mobiliário de Lina.

“O projeto da edição do Polochon permitirá angariar recursos para dar continuidade às atividades culturais do Instituto Bardi, além de ajudar na manutenção de sua sede, a Casa de Vidro. Assim, a aquisição de cada uma das peças é uma forma de contribuir para preservar e ativar o legado dos Bardi, e também de divulgar o pensamento de Lina, uma das mulheres mais vanguardistas do século 20. “ (Waldick Jatobá, Diretor-executivo - Instituto Bardi / Casa de Vidro).

Lina Bo Bardi

1914, Roma, Itália | 1992, São Paulo, São Paulo
 
Achilina di Enrico Bo, conhecida como Lina Bo, é uma das figuras mais importantes da arquitetura Latino-americana. Nascida do dia 5 de dezembro de 1914 em Prati di Castello, Roma de uma família genovesa de poucos recursos financeiros, Lina se mostra uma criança difícil e solitária, com um trajeto escolar tumultuoso que achava limitar o papel da mulher na sociedade. Sua família era composta da mãe Giovanna Adriana Grazia e pai Enrico Bo, e que se completou com a irmã mais nova Graziela. Depois de cursar o Liceo Artistico de Roma, Lina se forma em arquiteta com o trabalho de graduação “Núcleo Assistencial da Maternidade e da Infância.”
 
Preocupada com a instabilidade politica de Roma e a ascensão do Fascismo, se muda para Milão em 1940, aonde o estúdio Bo e Pagani com arquiteto Carlo Pagani; também colabora com Gio Ponti na revista “Lo Stile – nella casa e nell’arrendamento” e atua nas revistas Grazia, Belleza, Vetrina e L’illustrazionoe Italiana.
 
Muda-se para Roma com Pietro Maria Bardi em 1946 aonde funda a revista “A – Cultura della Vita” com Bruno Zevi. Após seu casamento com Pietro, o casal visita Rio de Janeiro, aonde conhece a vanguarda das artes no brasil. No ano seguinte, Pietro é convidado pelo jornalista, empresário e político Assis Chateaubriand para fundar e dirigir um museu de arte moderna. Lina naturaliza-se brasileira em 1951 e no mesmo ano completa seu primeiro projeto arquitetônico realizado: a Casa de Vidro, que virá a ser um ponto de encontro importante para a cultura nacional.
 
Lina vai a Salvador em 1958 para dar conferências na Escola de Belas Artes da Universidade da Bahia, e é convidada para dirigir o Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) aonde projeta o restauro do Solar do Unhão e sua adaptação para sede do museu. A experiência do Nordeste foi fundamental para o desenvolvimento da arquiteta ao estar rodeada pela diversidade e vitalidade da região em meio processo de industrialização.
 
Retornando a São Paulo em 1966, retoma o projeto do Museu de Arte Moderna de São Paulo (MASP) na Avenida Paulista, que após sua inauguração em 1968 virá a ser um dos marcos mais icônico da arquitetura Brasileira. Durante seus últimos dez anos de vida, após a inauguração do SESC Pompeia em 1982, Lina abriu uma nova fase em sua carreira. Apoiada pelos seus jovens colaboradores, Marcelo Ferraz, André Vainer e Marcelo Suzuki, produziu projetos que apontavam para uma renovação da arquitetura brasileira, então um tanto acomodada pela falta de oxigênio cultural dos anos da ditadura.
 
Após sua morte em 1992, o reconhecimento desses anos foi potencializado pelo Instituto Bardi, graças a suas exposições, publicações e presença na mídia. Lina tornou-se uma referência internacional. O século XXI, mais especificamente o pós crise de 2008, viu vários dos seus temas e posições tornarem-se pauta do debate sobre cultura, meio-ambiente, patrimônio histórico e produção material da arquitetura e dos objetos.

Destaques da carreira

Lina Bo Bardi

  • "Polochon" | Instituto Bardi / Casa de Vidro | foto: Renata Castro e Silva
  • Vista da exposição Vista da exposição "Lina Bo Bardi: Habitat" | 2020 | Museu Jumex, México | foto: Ramiro Chaves
  • Vista interna da Casa de Vidro | © Instituto Lina Bo e P.M. Bardi/foto: Henrique Luz Vista interna da Casa de Vidro | © Instituto Lina Bo e P.M. Bardi/foto: Henrique Luz
  • Casa de Vidro | © Instituto Lina Bo e P.M. Bardi/foto: Henrique Luz Casa de Vidro | © Instituto Lina Bo e P.M. Bardi/foto: Henrique Luz
  • Perspectiva do Museu de Arte de São Paulo - MASP | © Instituto Lina Bo e P.M. Bardi/foto: Henrique Luz Perspectiva do Museu de Arte de São Paulo - MASP | © Instituto Lina Bo e P.M. Bardi/foto: Henrique Luz
  • Detalhe da Elevação do SESC - Fábrica da Pompéia | © Instituto Lina Bo e P.M. Bardi/foto: Henrique Luz Detalhe da Elevação do SESC - Fábrica da Pompéia | © Instituto Lina Bo e P.M. Bardi/foto: Henrique Luz
Detalhe da Elevação do SESC - Fábrica da Pompéia | © Instituto Lina Bo e P.M. Bardi/foto: Henrique Luz
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