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Angelo Venosa +

"Sem título" (cód. 130)

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  • Escultura
  • Data 2013
  • Técnica acrílico
  • Dimensões (A x L x P) 26 x 33 x 25 cm
  • Edição 30
A escultura que Angelo Venosa criou exclusivamente para a Carbono é composta de diversas chapas de acrílico unidas, alternando o preto e o branco. Esta técnica, geralmente utilizada para esculpir madeira, revela o tipo de operação que interessa ao artista, que é a de subverter o meio através do processo. Ao utilizar o acrílico, Venosa alcança um resultado que se aproxima da op-art, criando ilusões óticas. A edição vem acompanhada de certificado de autenticidade numerado e assinado.

Mais obras deste artista

Angelo Venosa

São Paulo (SP), 1954 | Trabalha no Rio de Janeiro (RJ), Brasil.  

Madeira, mármore, ossos, metal, tecido, cordas, acrílico, papel, cera: todos esses materiais já foram submetidos às mãos do artista Angelo Venosa, principalmente sob a forma de esculturas. O artista possui esculturas públicas instaladas no Museu de Arte Moderna de São Paulo, na Pinacoteca do Estado de São Paulo, na praia do Leme. Seu trabalho também está presente nas coleções de importantes museus como o MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo e Rio de Janeiro, Museu de Arte Contemporânea de Niterói, entre outros. Participou da Bienal de Veneza, em 1993; da Bienal de São Paulo, em 1987; e da Bienal do Mercosul, em 2005. Angelo Venosa começa a produzir suas obras durante os anos 1980, período que culminou com o surgimento de muitos artistas que trabalhavam com a pintura. Mas Venosa decidiu tomar a direção contrária de seus contemporâneos, cada vez mais se aproximando da escultura. Integrou, inclusive, o “Ateliê da Lapa”, ao lado de Daniel Senise, Luiz Pizarro e João Magalhães, onde ele era o único que fazia obras tridimensionais.

A partir do uso simultâneo de materiais que não necessariamente têm relações uns com os outros, o trabalho desse artista muitas vezes causa inquietação ou estranheza. As oposições entre orgânico e inorgânico, figurativo e abstrato também permeiam sua obra, resultando em trabalhos que lembram partes do corpo, fósseis, ou objetos ancestrais. Assim, os elementos mais diversos são manipulados por Venosa, em esculturas que não se situam nem na ordem do orgânico nem do inorgânico, que não são figurativas nem abstratas.

Para o crítico de arte Rodrigo Naves, “a relação entre forma e natureza estabelecida por Venosa não é a figuração de um problema surgido em outro âmbito, a tradução visual de questões que lhe são exteriores. Inversamente, a arte é o lugar por excelência da configuração desse tipo de questões – o que já diz muito do seu projeto artístico”.

Participou de exposições como a 19ª Bienal de São Paulo (1987), a 45ª La Biennale di Venezia (1993) e a 5ª Bienal do Mercosul, Porto Alegre (2005). Atualmente, possui esculturas públicas instaladas em diversos locais do país, como Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (Jardins), Museu de Arte Moderna de São Paulo (Jardim do Ibirapuera), Pinacoteca de São Paulo (Jardim da Luz) e Praia de Copacabana/Leme, Rio de Janeiro.

Uma grande retrospectiva em comemoração pelos seus 30 anos de carreira foi realizada no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio) em 2012, passando pela Pinacoteca do Estado de São Paulo em 2013 e pelo Palácio das Artes, Belo Horizonte, e pelo Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM), Recife, em 2014. Essa mostra foi escolhida entre as dez das melhores do ano pelo jornal "O Globo".

 

Galerias representantes

Galeria Nara Roesler, São Paulo

Destaques da carreira

Angelo Venosa

  • "Angelo Venosa: panorama" | 2012 | MAM - Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro
  • "Roesler Hotel #21: Buzz" | 2012 | Galeria Nara Roesler, São Paulo,SP
  • "Penumbra" | 2019 | Galeria Nara Roesler, São Paulo, SP | foto: Erika Mayumi
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