Wishlist
R$ 0,00
(0) item(s)

Você não tem itens no seu carrinho de compras.

Produto adicionado no carrinho x
  • Claudio Tozzi, Sem título Claudio Tozzi, Sem título
  • Claudio Tozzi, Sem título Claudio Tozzi, Sem título
  • Claudio Tozzi, Sem título Claudio Tozzi, Sem título

Claudio Tozzi +

"Sem título" (cód. 6573)

Seja o primeiro a avaliar este produto

  • Gravura
  • Data 2017
  • Técnica acrílica sobre tela colada em madeira
  • Dimensões ( A x L x P) 60 x 61 x 8 cm
  • Edição 10 + 2 PA

DISPONIBILIDADE IMEDIATA

R$ 8.000,00
em até 10x de R$ 884,00*
ver parcelas
  • 1x de R$ 8.000,00
  • em até 2x de R$ 4.000,00
    sem juros no cartão de crédito
  • em até 3x de R$ 2.666,67
    sem juros no cartão de crédito
  • em até 4x de R$ 2.030,00*
  • em até 5x de R$ 1.648,00*
  • em até 6x de R$ 1.393,33*
  • em até 7x de R$ 1.211,43*
  • em até 8x de R$ 1.075,00*
  • em até 9x de R$ 968,89*
  • em até 10x de R$ 884,00*

Os trabalhos mais recentes de Claudio Tozzi simulam uma identificação com o espaço construído ou à construir. Refletem, através de cortes e elevações, a síntese de formas que se superpõem em superfícies cromáticas e remetem ao ato de projetar. As superposições simulam e sugerem uma nova situação espacial que, transcende e dá continuidade ao quadro.

Em “Sem título”, o artista se utiliza da pintura em tela colada sobre madeira para propiciar uma interação com a experiência espacial do espectador. 

A obra é numerada, assinada e acompanha certificado de autenticidade.

Mais obras deste artista

Claudio Tozzi

São Paulo (SP), 1944 | Vive e trabalha em São Paulo (SP), Brasil.

Claudio Tozzi é um artista que trabalha em diversas escalas. Já produziu pinturas, gravuras, objetos, esculturas, painéis, fachadas de edifícios, murais e instalações. Graduado, mestre e doutor pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, o artista apresentou suas obras em importantes instituições e mostras como a Bienal de Veneza (1976), a Bienal de São Paulo (1991), o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, o Museu da Casa Brasileira, o Museu Brasileiro de Esculturas. Claudio Tozzi também foi premiado pelo Salão Nacional e venceu o concurso para a realização de um painel em um edifício na Av. Angélica e um painel para a capela no Campus da FIEO.

O artista começou a produzir na década de 1960. Inspirado por fatos e histórias de jornal conhecidos pelo grande público, Claudio Tozzi trabalha a imagem de personagens como Che Guevara, o Bandido da Luz Vermelha, o astronauta. Outra importante fonte de inspiração desse período são as histórias em quadrinhos, referências não somente para as figuras como em "O olhar" (1968) e "Ocorrência 3114" (1967), mas também em termos visuais. Em algumas obras, a relação é estabelecida até mesmo na organização do quadro. Esta linguagem gráfica, bem como a de cartazes e panfletos e da Pop Art são fortes influências para as composições do artista. É através desses personagens e de sua linguagem impactante que o artista fala sobre importantes acontecimentos daquele momento, como a Guerra do Vietnã e a ditadura militar no Brasil. A palavra é também um elemento bastante explorado por ele.

Na década seguinte, o artista passou a experimentar através da pintura outra importante característica do universo gráfico e principalmente do offset: as retículas e as granulações. A obra "Color" (1974) representa muito do que o artista discutirá naquele período: a construção das imagens através dos pontos de cor e união deles em nosso cérebro. Em certo sentido, transfere uma técnica gráfica mecânica para um fazer manual, a pintura, explorando, assim, as possibilidades das combinações cromáticas. É um período mais conceitual do artista e ao mesmo tempo de experimentações de técnicas, escalas e temas. O artista também questiona o real e sua representação, assim como a quebra da referência visual direta. 

Nas próximas décadas, podemos notar o desenvolvimento de sua pintura baseada nas características apontadas acima, explorando principalmente cores únicas, porém, com a intenção de criar relevos e profundidade usando tons distintos em diferentes áreas do quadro. Sua obra caminha para uma construção de paisagem ainda mais arquitetônica e urbana, como podemos ver nas séries "Paisagens e Territórios".

Seus trabalhos não acabam em si, se desdobram. Telas se tornam serigrafias, que se tornam projetos para fachadas, murais e vice-versa. Claudio Tozzi é um artista versátil e que tem domínio das escalas, o que possibilita sua constante migração entre elas.

Destaques da carreira

Claudio Tozzi

  • 1993 |  Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, RJ 1993 | Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, RJ
  • 1993 | Mostra no Museu da Casa Brasileira, São Paulo, SP 1993 | Mostra no Museu da Casa Brasileira, São Paulo, SP
  • Pavilhão do Brasil | 1976 | Bienal de Veneza Pavilhão do Brasil | 1976 | Bienal de Veneza
Pavilhão do Brasil | 1976 | Bienal de Veneza
TOPO