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  • Willys de Castro, Sem título Willys de Castro, Sem título

Willys de Castro +

"Sem título" (cód. 042)

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  • Gravura
  • Data sem data
  • Técnica serigrafia sobre papel
  • Dimensões A x L) 54 x 40 cm
  • Edição 90

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Willys de Castro explorou ao longo de sua carreira desenhos geométricos em que as composições são formadas pelas áreas coloridas, que indicam volumes. A obra é enviada sem moldura. 100% da renda será revertida para o IAC - Instituto de Arte Contemporânea.

Mais obras deste artista

Willys de Castro

Uberlândia (MG), 1926 | São Paulo (SP), 1988

Importante representante dos movimentos Concreto e Neoconcreto, nas décadas de 1950 e 1960, Willys de Castro foi pintor, gravador, desenhista, cenógrafo, figurinista, artista gráfico. Participou de importantes mostras como a 4ª, 6ª e 24ª Bienais de São Paulo, a 1ª Exposição de Arte Neoconcreta, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, a 2ª Bienal dos Jovens, no Musée d´Art Moderne de La Ville de Paris, entre outras.  Além disso, suas obras integram acervos como da Coleção Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, a Coleção Museu de Arte Moderna de São Paulo e a coleção do Gabinete de Arte Raquel Arnaud.

Trabalhou com elementos geométricos e cores de forma a explorar o volume no plano bidimensional. Seus questionamentos sobre o plano como espaço da criação o levaram a criar os "Objetos Ativos", objetos tridimensionais, nos quais o artista também tensiona cores, formas e espaço, e décadas depois, os "Pluriobjetos", em que passou a utilizar diferentes materiais e explorar o movimento."

Como aponta Maria Alice Milliet: "Enquanto o esgotamento das potencialidades reais e virtuais do plano leva Clark e Oiticica ao abandono definitivo da pintura, Hércules Barsotti jamais deixa de pintar, enquanto Willys de Castro se detém por muito tempo numa zona limítrofe entre o quadro e o objeto. Conhecedor das questões inerentes à pintura, dedica-se como faria um agente duplo a explorar minuciosamente os vários lados do problema. Ciente de que um acontecimento visual mesmo restrito ao plano nunca se esgota numa única leitura, usa de interferências mínimas para induzir o olhar a percorrer a superfície de uma borda a outra, percebendo falhas e deslizamentos, para assim remontar gestalticamente a composição. Através de pequenas aberturas e amplos vazamentos, sugere a continuidade da pintura para além do retângulo do quadro. O transbordamento da tinta para a lateral do suporte e daí para seu verso, um giro de 180 graus, força e resgate da espessura, dada essencial ao volume: na lâmina perpendicular à parede, o que no quadro era lado passa a ser frente e verso desaparece. A ênfase na frontalidade do que na origem foi perfil acaba por reduzir o objeto a um sarrafo onde interferem pequenos recortes e deslocamentos. A pintura enfim desocupa o exíguo espaço e, contra a parede, restam feixes de madeira ou tiras de metal. Passo a passo, através de ações discretas e conseqüentes, Willys de Castro forma seu pensamento plástico, o que equipara sua obra, metodologicamente, a um trabalho de investigação".1

 

1. Mostra do Redescobrimento, 2000, São Paulo, SP. Arte moderna. São Paulo: Fundação Bienal de São Paulo: Associação Brasil 500 anos Artes Visuais, 2000. p.54.

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