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  • Lais Myrrha, Quatro coordenadores topocêntricas é a construção de um possível Lais Myrrha, Quatro coordenadores topocêntricas é a construção de um possível
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Lais Myrrha +

"Quatro coordenadores topocêntricas é a construção de um possível" (cód. 9055)

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  • Escultura
  • Data 2019
  • Técnica impressão lightjet montada sobre madeira e mármore donatello
  • Dimensões (A x L x P) 26 x 40 x 26 cm
  • Edição 10 + 3PA

DISPONIBILIDADE IMEDIATA

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    Lais Myrrha, à primeira vista, aproxima as imagens de um céu nublado com as texturas e tonalidades de placas de mármore. 

    Contudo, para além da comparação formal, a continuidade dos padrões das placas obtidas de um único bloco de pedra rebatem a temporalidade das fotografias que foram tiradas em um mesmo momento, com apenas segundos de intervalo: o ciclo continuo de elementos naturais é nessa obra uma reflexão em sentido amplo, onde o todo se liga com a parte e, do mesmo modo, fenômenos de lugares e elementos distantes se assemelham.

    A edição acompanha certificado de autenticidade numerado e assinado pela artista.

    Mais obras deste artista

    Lais Myrrha

    Belo Horizonte (MG), 1974 | Vive e trabalha em São Paulo (SP), Brasil.

    Lais Myrrha é mestre pela Escola de Belas-Artes da UFMG, 2007 e graduada no curso de artes plásticas pela Escola Guignard, UEMG, 2001.

    Desde 1998, participou de diversas exposições coletivas e individuais, tais como "I Bolsa Pampulha" (2003), "Programa Trajetórias" do Centro Cultural Joaquim Nabuco, Recife (2005), e da Edição 2005/2006 do "Programa Rumos Visuais" do Instituto Itaú Cultural (São Paulo).

    Em 2007, foi contemplada com o "Prêmio Projéteis", Rio de Janeiro, e com o "Prêmio Atos Visuais", Brasília, ambos concedidos pela Funarte. Em 2010, participou da "Paralela10" no Liceu de Artes e Ofícios, São Paulo. Em 2011, integrou a Temporada de Projetos do Paço das Artes, São Paulo, e a 8ª Bienal do Mercosul, Porto Alegre, e foi premiada no I Concurso Itamaraty de Arte Contemporânea, Brasília. Foi contemplada em 2012 com a Bolsa Estímulo às Artes Visuais concedida pela Funarte. Em 2013, foi selecionada para o 18º Festival Internacional de Arte Contemporânea do Videobrasil, e participou da exposição "Blind Field" no Karnnet Museum, Illinois, USA. Ainda em 2013/2014, apresentou a exposição individual "Zona de Instabilidade" (com curadoria de Júlia Rebouças) na CAIXA Cultural São Paulo e Brasília. Em 2014, realizou o "Projeto Gameleira 1971" no Pivô, e participou dos projetos "Greve", na Fundação Bienal de São Paulo/SP-Arte e "Ensaio de Orquestra" no Coletor, em São Paulo. Em 2016, seu trabalho "Dois pesos duas medidas" ocupou o salão principal da 32º Bienal Internacional de São Paulo. 

    Contou, ainda, recentemente com exposições individuais e coletivas: "Reparation of Damages", Broadway 1602 Harlem, Nova York, Estados Unidos, (2017); "Avenida Paulista", Museu de Arte de São Paulo (MASP), São Paulo (2017); "Re-effecter Matter", Galleri Susanne Ottesen, Copenhagen, Dinamarca (2017); "Brasil, Beleza?!" | Museum Beelden aan Zee - Den Haag, Holanda (2016); "O instante interminável" , Galeria Jaqueline Martins, São Paulo (2015).

     

    Galerias representantes

    Sim Galeria, Curitiba

    Galeria Athena, Rio de Janeiro

    Destaques da carreira

    Lais Myrrha

    • O instante interminável | 2015 | Galeria Jaqueline Martins, São Paulo, Brasil O instante interminável | 2015 | Galeria Jaqueline Martins, São Paulo, Brasil
    • "Dois Pesos , duas medidas" | 2016 | Fundação Bienal, São Paulo, Brasil
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