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  • Carlos Melo, Orixá da série experiência sensível Carlos Melo, Orixá da série experiência sensível
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Carlos Mélo +

"Orixá da série experiência sensível " (cód. 5090)

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  • Fotografia
  • Data 2016
  • Técnica fotografia em duratrans sobre backlight
  • Dimensões ( A x L) 75 x 56 cm
  • Edição 12 + 2PA

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O autorretrato é presente na produção do artista pernambucano Carlos Mélo em suportes como o desenho, foto, vídeo, performance e instalação.

Neste trabalho, Mélo se esquiva, se esconde, se dissolve na cena e no seu entorno. O rosto do artista não aparece, como muito acontece em seus trabalhos, mas é sem o retrato do rosto que permite que o corpo se entregue ao mundo.

A obra pertence à série "Projeto experiência sensível" realizada em Sintra, Portugual. O artista usa um boné criado por ele mesmo, no qual foram adicionadas missangas formando uma franja. Ela submersa cria um elo entre o artista e a água e traz uma reflexão sobre Narciso, personagem mitológico apaixonado pela própria imagem, e sobre os Orixás, ancestrais africanos.

Carlos Mélo

Riacho das Almas (PE), 1969  | Vive e trabalha em Recife (PE), Brasil. 

Carlos Mélo investiga o lugar que o corpo ocupa no mundo. É conhecido pelas suas performances, fotografias e instalações. Com várias formações e pesquisas no ramo das artes e filosofia, desenvolve uma atividade artística regular de âmbito nacional e internacional.

Carlos foi um dos três premiados do Prêmio Foco da ArtRio de 2015. O artista levou quatro peças da série Agreste telúrico, produzidas durante uma residência artística na Paraíba: uma fotografia, na qual está ele registrado encarnado uma espécie de carcará, uma faca de dois gumes, uma escada feita com ossos de boi e um painel de neon no qual se lê “Agreste resgate”. O Bradesco, que concede o prêmio, doou a obra do artista ao Museu de Arte do Rio – MAR.

Sobre sua obra, Moacir dos Anjos escreveu: “Aproximando imagens e palavras, o artista fez convergir, por vezes, fotografias de seu corpo em situações de interação com a paisagem e diagramas conceituais que o sugerem como matéria em fluxo, definido sempre de modo transiente e relacional. São trabalhos que buscam dissolver a materialidade do corpo nos lugares onde realiza ações – confundindo carne e espaço – e, por meio do “contorcionismo semântico” que faz, transformá-lo também em conceito”.

Entre suas exposições individuais destacam-se:  "Macunaíma", no SESC Bom Retiro, São Paulo SP, Brasil em 2016; "A palavra vista por dentro", Museu Mulio La Greca, Recife PE, Brasil em 2016; "Agreste telúrico", no Centro Cultural Banco do Nordeste na Paraíba em 2015; "Sobre humano", na Galeria Laura Marsiaj no Rio de Janeiro, em 2012; "Carlos Mélo", na Galeria Moura Marsiaj em São Paulo em 211; entre outras. Participou de mostras coletivas no Paço das Artes em São Paulo; MAMAM no Recife; Fundação Joaquim Nabuco no Recife; Itau Cultural em São Paulo; USA-Urbana-Champaign Krannert Art MUseum em Lisboa; entre outras.

 

 

Galerias representantes

Amparo 60, Recife

Galeria Kogan Amaro, São Paulo

Destaques da carreira

Carlos Mélo

  • “Agreste Telúrico” | 2015 | CCBN - Centro Cultural Banco do Nordeste, Souza, PB “Agreste Telúrico” | 2015 | CCBN - Centro Cultural Banco do Nordeste, Souza, PB
  • "Confortflex", 2006 | Fotoframe de registro de performance número 4
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