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  • Livro caixa - Garotas (As descabeladas), Marina Saleme Livro caixa - Garotas (As descabeladas), Marina Saleme
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Marina Saleme +

"Livro caixa - Garotas (As descabeladas)" (cód. 2918)

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  • Gravura
  • Data 2011 - 2014
  • Técnica impressão fineart em papel hahnemühle e caixa de madeira
  • Dimensões (A x L x P) 14 x 27 x 35 cm
  • Edição 15 + 4 PA

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A obra "Livro caixa - Garotas (As descabeladas)" reúne duzentas gravuras que abordam a figura feminina em temas como a morte, a paixão, o abandono e a vertigem, inspiradas em fontes diversas como obras de grandes mestres da história da arte e imagens populares. Produzidas em papel hahnemühle, o conjunto é agrupado em uma caixa de madeira com tampo de acrílico. As imagens foram realizadas a partir de pinturas feitas entre 2011 e 2013, parte das quais está no acervo do MAC USP.

Mais obras deste artista

Marina Saleme

São Paulo (SP),1958 | Vive e trabalha em São Paulo (SP), Brasil

Questões que versam sobre a existência e inexistência das coisas, suas presença e ausência permeiam as pinturas, gravuras e fotografias de Marina Saleme. Destacam-se as exposições individuais e coletivas no Museu de Arte Contemporânea de São Paulo, no Paço das Artes (São Paulo),  no Centro Universitário Maria Antônia (São Paulo), Paço Imperial (Rio de Janeiro), no  Palácio das Artes (Belo Horizonte), no Centre D´Art Contemporaine De Baie-Saint-Paul (Canadá), na Embaixada do Brasil na França (Paris), entre outras. Suas obras estão em coleções públicas e particulares de destaque como a Coleção Instituto Figueredo Ferraz (Ribeirão Preto), a Embaixada do Brasil em Roma, o Instituto Cultural Itaú. São Paulo, o Museu de Arte Moderna de São Paulo, a Pinacoteca do Estado de São Paulo. São Paulo.

Marina concluiu a licenciatura em Artes Plásticas na Fundação Armando Alvares Penteado em 1982 e desde então não parou de produzir. Podemos perceber que nos primeiros anos a artista trabalha mais com manchas tonais, sem referência à figura humana. Geralmente "Sem título", eles apontam formas compostas por linhas retas. No entanto, como afirma a artista: “Meus trabalhos nunca são totalmente abstratos”.

Já a partir da metade da década de 1990, sua produção passa a ganhar alusões a figuras como, pessoas, chuva, flores, nuvem, muitas indicadas nos próprios títulos. Na década seguinte, sua linha também se torna sinuosa, se curva desenhando arabescos que por vezes estão parcialmente encobertos por outras imagens e em outros momentos são evidenciados na camada mais superficial.

Seu processo é lento e reflexivo. Suas obras são realizadas em camadas, a superfície tratada diversas vezes até que ganha matéria, se adensa. A artista acrescenta, observa, questiona, faz desaparecer. O ato de apagar faz parte do processo de criação de Marina e pode ser relacionado com desaparecimento de coisas e pessoas no mundo. Dessa forma, a obra final é composta por um encadeamento de imagens com translucidez e opacidade, são imagens compostas de um constante jogo entre visível e invisível.

Como comenta Cauê Alves: “A narrativa que surge da trajetória de Marina Saleme não é uma narrativa com começo, meio e fim, com um desenrolar previsível; ao contrário, é a de uma historicidade interna e própria de seu trabalho. Cada obra abre caminho para a próxima porque retoma algo do anterior, algo que está literalmente ausente dela, que é percebido como falta e que será completado pelo novo trabalho. E o caminho para o próximo surge também do excesso de sentido de cada pintura, que é justamente a possibilidade de ela ser vista sob um ângulo não previsto, ou seja, como pura abertura.”

 

Galerias representantes

Galeria Luisa Strina, São Paulo

Destaques da carreira

Marina Saleme

  • "Liquid paper" | 2008 | Galeria Luisa Strina, São Paulo, SP
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