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  • José Damasceno, Carimbo (vale o escrito) José Damasceno, Carimbo (vale o escrito)

José Damasceno +

"Carimbo (Vale o escrito)" (cód. 4790)

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  • Escultura
  • Data 2010
  • Técnica madeira e borracha
  • Dimensões (A x L x P) 6 x 52 x 15 cm
  • Edição 20

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Os "Carimbos" de José Damasceno são dois múltiplos desenvolvidos pelo artista com exclusividade para a Carbono Galeria. Em um, lê-se “Vale o escrito”, que é o mesmo que vai carimbado no jogo do bicho. Em outro, a palavra “Crítica”, abrindo caminho para reflexões.

Mais obras deste artista

José Damasceno

Rio de Janeiro (RJ), 1968 | Trabalha no Rio de Janeiro (RJ), Brasil.

José Damasceno é escultor e desenvolve suas obras desde o início dos anos 1990. Os trabalhos do artista seguem um desenvolvimento investigativo das relações entre espaço e pensamento, onde situações intrigantes convidam o espectador a observar e pensar a respeito daquilo que vê. 

"Método para Arranque e Deslocamento" é o título de sua primeira exposição individual em 1993, na galeria Sérgio Porto, Rio de Janeiro. O trabalho faz parte da coleção do Instituto Inhotim. Nessa instalação, o artista utiliza o carpete industrial como único material e, a partir disso, estabelece uma série de questões da maior importância na trajetória do artista.

Na década seguinte, seu trabalho alcança grande notoriedade internacional. Em 2005, para a Bienal de Veneza, o artista desenvolve "Durante o caminho vertical", peça apresentada pela primeira vez em Madri, em 2001. A instalação, composta de pilhas de papel impresso recortado no formato de uma pegada, descreve uma caminhada onde colunas dispostas através do espaço expositivo correspondem cada uma à passada esquerda, direita, e assim sucessivamente, configurando uma forma final pela circum-ambulação. Na Galleria d’Arte Moderna Villa delle Rose, em Bolonha, Itália, na mostra "Alla ricerca dell’identità", em 2001, Damasceno mostra pela primeira vez "Trilha sonora", obra constituída apenas por martelos e pregos. Dispostos sequencialmente, produzem algo entre um gráfico sonoro e a sugestão de uma paisagem. No ano seguinte, esse trabalho foi apresentado na Bienal de São Paulo.

Além de ter sido contemplado com diversos prêmios ao longo de sua carreira, participou das 51ª e 52ª edições da Bienal de Veneza, da 25ª Bienal de São Paulo, da 15ª Bienal de Sydney e da 4ª Bienal do Mercosul. Seu trabalho figura nas coleções do Museum of Modern Art – MoMA e da Cisneros Fontanal Art Foundation (ambos nos EUA); Daros Foundation (Suíça); Museo de Arte Contemporaneo de Barcelona – MACBA (Espanha); Instituto Inhotim; Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e de São Paulo; entre outras importantes coleções públicas e particulares.

 

Galerias representantes

Galeria Millan, São Paulo

Destaques da carreira

José Damasceno

  • "Trilha Sonora", instalação composta por centenas de martelos, foi apresentada na Bienal de São Paulo de 2002 e na Galleria d’Arte Moderna Villa delle Rose, na Itália. Faz parte da coleção do Instituo Inhotim | Foto: Pedro Motta – Cortesia Galeria Fortes
  • "Solilóquio" é uma das primeiras instalações desenvolvidas por José Damasceno, em 1995. Faz parte da coleção do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro | Foto: Fernando Chaves – Cortesia Galeria Fortes Vilaça
  • "Cartograma" | 2007 | é uma instalação criada a partir de conectores de metal e compassos. Faz parte da Kirkland Collection | Foto: Giorgio Benni – Cortesia Galeria Fortes Vilaça
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