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Shirley Paes Leme +

"Ninguém vai viver o seu sonho" (cód. 4945)

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  • Escultura
  • Data 2016
  • Técnica bronze
  • Dimensões (A x L x P) 14 x 110 x 0.6 cm
  • Edição 20 + 3PA
Shirley Paes Leme fez com exclusividade para a Carbono Galeria uma obra que pertence a série de frases que aparece frequentemente em suas exposições. A artista apresenta uma instalação composta por palavras fundidas em bronze que parecem derreter em face a uma fonte de calor. "Ninguém vai viver o seu sonho" é uma frase da própria artista, que comenta: “Interessa-me o fato de a ambiguidade estar no centro dessa frase tornando-a poéticamente carregada de subjetividade. O pronome possessivo “seu” na construção desta frase, remete a significados que possibilitam interpretações ambíguas. Não há literatura sem ambiguidade. E isto, em minha visão, é fundamental para que haja espaço para o leitor converter a frase em sua própria frase, transformar a obra em sua própria obra, o significado em seu próprio“. Esta obra é assinada e vem acompanhada de certificado de autenticidade.

Mais obras deste artista

Shirley Paes Leme

Cachoeira Dourada (GO), 1955 | Vive e trabalha em São Paulo (SP).

O trabalho de Shirley Paes Leme é feito através de uma carga memorial com o resgate da vivência rural fazendo uso dos objetos da fazenda, principalmente, da cozinha da fazenda (o fogo, a fuligem, a fumaça, a mesa) e do campo (galhos, barro, bananeira), lugares em que a artista nasceu e viveu. Na produção de Shirley as formas de expressão são diversas e incluem instalação, vídeo, desenho, escultura e gravura. Seu interesse está no que a própria artista chamou de “resíduos do mundo” - repetição e singularidade, banalidade e preciosidade, familiaridade e estranheza - as linguagens empregadas por ela são apenas uma forma de lidar com estes resíduos.

Shirley deu aula e alfabetizou os trabalhadores da fazenda em que nasceu aos nove anos de idade, fato que tem influência em seu trabalho até os dias de hoje e justifica a escolha de continuar dando aulas. Em 1983 a artista recebeu uma bolsa de estudos e mudou-se para os Estados Unidos, nesta época entrou em contato com materiais e conceitos desconhecidos ainda no Brasil e se familiarizou com a apropriação e manipulação de objetos na arte. O uso de objetos cotidianos como galhos, linhas e barbantes foi inserido de forma tridimensional e com pouca manipulação, ação esta incomum para os artistas brasileiros na época.

Na década de 1990, ocorreram importantes exposições da artista em países como Alemanha, França, Porto Rico, Israel e Espanha, e em diversos estados brasileiros, como Rio de Janeiro, Pará, Paraná e Paraíba. Isso possibilitou que a obra de Shirley desse o passo inicial para as primeiras participações em bienais internacionais, como a "VIII Bienal da Polônia" (como representante do Brasil), em Varsóvia, em 1995; e como a única brasileira na "XV Bienal Internacional de Lausanne", na Suíça, em 1992. Em 1996 fez uma exposição individual na Galeria Debret, em Paris. "Deux Artistes Brasiliense" era composta por várias esculturas de gravetos expostas junto com esculturas de Amilcar de Castro, seu colega de classe na graduação em artes plásticas na UFMG, em Minas Gerais. A artista relata que Amilcar sempre a instigou a trabalhar com a linha, seja esta linha expressa pelo desenho, escultura, instalação, etc.

Entre suas exposições individuais mais recentes destacam-se: "Parênteses : ( )", na Galeria Bolsa de Arte, Porto Alegre, 2016; "Quando Atitutes (trans)formam", na Galeria do Centro Cultural Minas, Belo Horizonte, 2015; "Microhistórias diárias", na Galeria Bolsa de Arte, São Paulo, 2014; "Silencioso e Incerto", na Matias Brotas Arte Contemporânea, Vitória, 2012; "Água Viva", Museu Vale, Vitória, 2012; "Incerto limite", na Galeria Bolsa de Arte, Porto Alegre, 2012, entre outras. E entre as mostras coletivas destacam-se: "Natureza Franciscana", MAM-SP, 2016; "X Bienal do Mercosul", Porto Alegre, 2015; "InterAktion", Sacrow Kunstausstellung, Potsdam-Sacrow, Alemanha, 2015; "Afetividades Eletivas", Galeria do Centro Cultural Minas, Belo Horizonte, 2014; "Exemplos a seguir!", Capilla del Arte, Puebla, México, 2013; "O Artista como Autor / O Artista como Editor", Museu de Arte Contemporânea de São Paulo - MAC/USP, 2013,2014; entre outras.

Seu trabalho faz parte de importantes coleções no Brasil e no exterior, tais como: MAM-SP; Museu Nacional em Aalborg, Dinamarca; Pinacoteca da cidade de São Paulo; Instituto Cultural Itaú, São Paulo; Gilberto Chateaubriand, Rio de Janeiro; Bernardo Paz, Inhotim, Minas Gerais; Museu de Arte de Brasília, Brasília; entre outras. Sua última participação foi na exposição “Natureza Franciscana” em cartaz até 6 de maio no MAM-SP. 

Galerias representantes

Galeria Raquel Arnaud, São Paulo

Destaques da carreira

Shirley Paes Leme

  • "Deux Artistes Brasiliense" | 1996 | Galeria Debret,Paris, França
  • "Quando atitudes (trans)formam" | 2014 | Galeria de Arte do Centro Cultural Minas, Belo Horizonte, MG
  • "Natureza Franciscana" | 2016 | Museu de arte moderna de São Paulo - MAM SP
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