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  • Nazareno, O Calendário Amoroso Nazareno, O Calendário Amoroso
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Nazareno +

"O Calendário Amoroso" (cód. 6680)

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  • Gravura
  • Data 2010
  • Técnica serigrafia
  • Dimensões ( A x L) 50 x 40 cm
  • Edição 40

A gravura traz os dias de um mês, organizados segundo à visualidade dos calendários. Logo abaixo, o artista lista importantes datas como “O seu aniversário”, “O aniversário de quem você ama” e termina com “Uma data feliz que você nunca esqueceu “. Dias que geralmente são marcados em nossas agendas, mas que de fato não precisam ser, pois estão já marcados em nossa memória.

Obra numerada e assinada pelo artista.

Valor da obra não inclui moldura. 

Mais obras deste artista

Nazareno

São Paulo (SP), 1967 | Vive e trabalha em São Paulo (SP), Brasil.

Nazareno é bacharel em artes visuais pela Universidade de Brasília. Além de seu trabalho como artista, atuou como professor, curador, coordenador de espaços culturais e consultor em edições de artes plásticas. Trabalha com diferentes mídias, como desenho, gravura, escultura, instalação e vídeo. Já realizou diversas exposições, das quais se destacam as realizadas no MAM - Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e de São Paulo, o Museu de Arte de Brasília, o  Instituto Itaú Cultural, a Funarte, o Instituto Tomie Ohtake, entre outros. Participou de salões nacionais, projetos de mapeamento como o "Rumos Visuais Itaú" e residências artísticas. Nos anos de 2011, 2008 e 2006 foi indicado ao prêmio Marco Antônio Vilaça-SESI, em 2010 foi um dos artistas convidados do 29º Arte Pará. Em 2013, lançou o livro “Num Lugar Não Longe de Você” e em 2004, publicou o livro “São as Coisas Que Você Não Vê Que Nos Separam”. Suas obras fazem parte de importantes coleções públicas e privadas.

O processo de produção do artista parte de uma pesquisa do cotidiano. Fatos corriqueiros e aparentemente banais podem se mostrar potentes a Nazareno e serem transformados em situações lúdicas, principalmente se relacionados à verbalidade e se forem ativadores de memórias.

Suas obras articulam muitas vezes imagens e textos. O uso da palavra é constante e muito importante para Nazareno, a oralidade sempre foi presente em seu crescimento, criando, assim, não somente um vasto repertório, mas uma necessidade de se expressar também com as palavras. O artista afirma não criar poemas ou textos, ele os chama de “acidentes literários”. Mesmo quando a palavra não está inscrita no objeto artístico, ela se faz presente no título. Nazareno sempre titula seus trabalhos e os vê como uma forma de criar outras visões, conduzindo o espectador a diferentes caminhos interpretativos. 

Outro aspecto que deve ser destacado em sua produção é a escala escolhida pra  suas esculturas e objetos. O artista cria pequenas obras, como miniaturas de objetos. Estes tratam de coisas inseridas no dia a dia comum a todos, como a cama, a cadeira, o barco, a garrafa, o prato, o piano, entre outros, sendo, dessa forma, facilmente reconhecidos. Com essa miniaturização, o artista propõe que o adulto, seu público principal,  seja rebaixado à condição infantil, que ele seja surpreendido e veja aqueles objetos de um ponto de vista diferente.

No entanto, sua poética não fala somente de alegrias. São obras que envolvem e geram muitos sentimentos, tratam na maioria das vezes de relações humanas e assim podem ser também relacionados a decepções.

Em seu trabalho, nada está ali por acaso. O desenho, a forma, a cor, o texto, o título, tudo é preciso e em tudo estão contidas faíscas de leitura e reflexão para o espectador.

 

Galerias representantes

Galeria Lume, São Paulo

Destaques da carreira

Nazareno

  • "Ali Onde Não Se Está" | 2012 | obra que faz parte do acervo do Museu de Arte Contemporânea da USP, SP
  • Detalhe da obra Detalhe da obra "Eu sempre Soube" | 2010
  • "Não Chore as Pessoas Estão Olhando" | 2012
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