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Luiz Hermano
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Luiz Hermano

Luiz Hermano

Luiz Hermano

  • "Templo do corpo" | 2008 | Pinacoteca do Estado, São Paulo, SP

Luiz Hermano

4 Iten(s)

   

  • "Carambola"

    Escultura
    (A x L x P) 60 x 60 x 13 cm
    R$ 17.000,00

    Luiz Hermano

  • "Submarino"

    Escultura
    (A x L x P) 25 x 44 x 15 cm
    R$ 10.000,00

    Luiz Hermano

  • "Aurora"

    Escultura
    (A x L x P) 50 x 70 x 5 cm
    EDIÇÃO ESGOTADA

    Luiz Hermano

  • "Caravela"

    Escultura
    (A x L x P) 50 x 50 x 14 cm
    EDIÇÃO ESGOTADA

    Luiz Hermano

Luiz Hermano

4 Iten(s)

   

Preaoca (CE), 1954 | Vive e trabalha em São Paulo (SP), Brasil. 

Luiz Hermano Façanha Farias estudou filosofia em Fortaleza no início dos anos 1970 e, desde sempre, desenha. No início, sem acesso a tintas profissionais, pintava com café. Em 1979, frequenta aulas de gravura na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, no Rio de Janeiro. No mesmo ano, transfere-se para São Paulo e a convite de Pietro Maria Bardi, realiza a mostra “Desenhos”, no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand. Em 1980, edita o álbum de gravuras intitulado “O Universo”. Em 1984, ao receber o Prêmio Chandon, viaja para Paris, onde realiza exposição individual na Galeria Debret. Participa da 5ª Bienal Internacional de Seul (1983), e da
2ª Bienal Pan-Americana de Havana (1986). Na década de 1980, dedica-se, sobretudo, à pintura.

Nos anos 90, desenvolve obras tridimensionais utilizando materiais diversos, como cabaças naturais, fios de cobre, arame, capacitores eletrônicos, ligas de bronze, alumínio, peças de acrílico e vários tipos de peças industrializadas, deslocadas do cotidiano. Em 1987, expõe pinturas na 19ª Bienal Internacional de São Paulo e esculturas na 21ª edição do evento, em 1991. Em 2005, participa da exposição “Discover Brazil”, no Ludwig Museum, Koblenz, Alemanha. Em 2008, realiza a exposição “Templo do Corpo”, na Pinacoteca do Estado de São Paulo, sendo nesta ocasião publicado o livro: ”Luiz Hermano”.

A monumentalidade na obra de Luiz Hermano, se apresenta em diversos espaços públicos. Em São Paulo, nos jardins do Museu de Arte Contemporânea da USP, Cidade Universitária; no metrô Estação República, nos jardins do Museu de Arte Moderna de São Paulo e em Recife, Pernambuco a obra Mandacaru, medindo 7 metros, encontra-se exposta no Museu Cais do Sertão.

O artista divide seu tempo entre o ateliê e o mundo, como escreve Katia Canton: “As viagens são formas de reivindicar territórios, consagrando ao artista um reservatório cada vez mais denso de experiências de mundo. Paisagens, templos, histórias de gente e de coisas vistas no caminho, tudo se acumula na espessura de um novo trabalho.”

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